sábado, 11 de abril de 2009

Listas para UE



Comissão Política aprovou lista europeia

A Comissão Política Nacional do PS aprovou, ontem à noite, a lista de candidatos do partido às eleições para o Parlamento Europeu com uma abstenção, 68 votos a favor e nenhum contra.
Dos efectivos fazem parte Vital Moreira, Edite Estrela, Capoulas dos Santos, Elisa Ferreira, Correia de Campos, Luís Paulo Alves, Ana Gomes, Manuel dos Santos, Joel Hasse Ferreira, Jamila Madeira, Emanuel Jardim Fernandes, Armando França, Sónia Fertuzinhos, Pedro Delgado Alves, Nelson Carvalho, Ana Elisa Costa Santos, Bruno Veloso, Cristina Granada, Rita Miguel, Paulo Pisco, Sandra Maria Ponteveira e José Pinhanços de Bianchi.Na lista dos suplentes encontram-se Carlos Zorrinho, Mafalda Serrasqueiro, João Manuel Bastinho Realinho, António Mendes, Fátima Ferreira, Bruno Julião e Paula Cristina Perna.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Boa Páscoa



A Secção de S.João/Beato/Alto Pina deseja a todos os camaradas e suas famílias uma Páscoa Feliz.

No PS as mulheres têm sempre lugar.

Eleições Europeias
Lista do PS com 40,8% de mulheres

A lista europeia socialista, aprovada quarta-feira à noite na Comissão Política Nacional do PS, respeita as quotas de género com 40,8 por cento de mulheres entre os efectivos.
A Lei da Paridade, aprovada em 2006, obriga à inclusão de um terço de mulheres nas listas eleitorais. Entre os 22 efectivos aprovados pelo PS para disputar as europeias, encontram-se as eurodeputadas Edite Estrela, que ocupa o segundo lugar da lista encabeçada por Vital Moreira, Elisa Ferreira (4º) e Ana Gomes (7º). Mas a grande novidade nesta lista é a integração de um homem: o ex-ministro da Saúde Correia de Campos (5º).
O porta-voz do PS, Vitalino Canas, adiantou ao CM que a escolha dos efectivos foi "consensual, feita sem as dificuldades que parecem haver no PSD". O partido de Manuela Ferreira Leite só apresenta o cabeça-de-lista às europeias depois da Páscoa.

CM

quinta-feira, 9 de abril de 2009

O PSD quer sujar Lisboa, que diz amar tanto.




Política

PSD não aceita ultimato de Sá Fernandes por causa de cartaz

Já começou a «guerra dos cartazes» com propaganda eleitoral. O PSD afirma ter sido notificado pelo vereador José Sá Fernandes para retirar o cartaz de Manuela Ferreira Leite, que foi colocado na praça do Marquês de Pombal. À TSF, o deputado social-democrata Agostinho Branquinho já garantiu que o cartaz não vai ser retirado.
O PSD não aceita o ultimato do vereador José Sá Fernandes para retirar um cartaz de Manuela Ferreira Leite, que está colocado na praça Marquês do Pombal.
Contactado pela TSF, o deputado social-democrata, Agostinho Branquinho, disse que o gabinete de campanha do PSD foi notificado por carta pelo vereador da câmara de Lisboa para retirar o cartaz nas próximas 48 horas.
Agostinho Branquinho denúncia, por isso, o que considera ser uma dualidade de critérios.
«Há dois anos atrás, quando era candidato pelo Bloco de Esquerda, colocou em todo o lado e também no Marquês de Pombal um cartaz a dizer que o Zé faz falta. Dois anos depois, já se rendeu ao socialismo de duas caras e ao Zé o que faz falta é respeitar a lei e perceber que as campanhas eleitorais têm este incomodo, que é partidos políticos poderem fazer comunicação política», sublinhou.
Agostinho Branquinho garante deste modo que «o PSD não vai retirar o cartaz» e referiu que «já apresentou, esta manhã, queixa à Comissão Nacional de Eleições sobre este comportamento abusivo e anti-democrático de José Sá Fernandes».
Num ano em que vão realizar-se três eleições, o vereador dos espaços públicos da Câmara Municipal de Lisboa escreveu aos partidos políticos apelando à não colocação de cartazes na zona do Marquês de Pombal e na Avenida da Liberdade, alegando que iriam prejudicar a estética dos locais.
Mas Agostinho Branquinho assegura que o PSD vai reger-se apenas pela Lei.
«A legislação é clara no que diz respeito à possibilidade de todos os partidos políticos poderem colocar cartazes excepto em zonas que sejam monumentos nacionais ou que prejudiquem a mobilidade de pessoas e viaturas, o que não é o caso», defendeu o deputado social-democrata.
«E mesmo quando não se pode colocar, o que a legislação diz é que os partidos têm 15 dias para retirar o cartaz», concluiu.
TSF

sábado, 4 de abril de 2009

PCP está a dar espaço à direita.

CDU de Lisboa recusa coligação pré-eleitoral com PS

A CDU Lisboa afastou, este sábado, a possibilidade de qualquer coligação pré-eleitoral com o PS que «virou completamente à direita», segundo Carlos Chaparro, da Direcção da Organização Regional de Lisboa do PCP.
O responsável disse à agência Lusa, após um debate da CDU de Lisboa, que os «históricos do PS deviam em primeiro lugar colocar o PS à esquerda», reportando-se a uma noticia do semanário Expresso deste sábado, segundo a qual vários socialistas apoiam uma única candidatura à esquerda. «O problema de fundo parte das políticas feitas, que na nossa perspectiva, em relação ao país são completamente à direita, de tal forma que o PS ocupou o espaço do PSD e portanto as dificuldades do PSD derivam exactamente disso», considerou. Partindo da análise quer às políticas nacionais, quer para a cidade de Lisboa, a CDU notou não haver condições para «uma coligação pré-eleitoral dos partidos ditos de esquerda», acrescentou o comunista. «Entendemos as preocupações e apelos, mas a análise tem de ser feita em torno das políticas concretas e não naquilo que os partidos dizem que são. O PS não é por dizer agora que virou à esquerda que passou a ser de esquerda», argumentou Carlos Chaparro.


Tsf

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Desminta agora sr. deputado municipal!




Sr.Deputado municipal Saldanha Sanches agora desminta que não é fervoroso adepto de Pedro Santana Lopes? Agora desminta que não recebe indicações do candidato?

Reabilitação urbana de Lisboa pela CML.


Para reabilitação urbanaLisboa quer pedir 120 milhões

A Câmara de Lisboa pretende aprovar na próxima semana um pedido de empréstimo de 120 milhões de euros para reabilitação urbana, num projecto que vai abranger 585 edifícios, num total de 4.340 fogos.
O empréstimo foi discutido ontem à noite, na Reunião Pública Descentralizada da Câmara Municipal de Lisboa (CML), que teve como ponto único a audição de munícipes.
No final da reunião, o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, explicou que o empréstimo está a ser negociado há mais de um ano, através do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IRU), e será em parte concedido pelo Banco Europeu de Investimento.
'O empréstimo é de um montante de 60 milhões de euros e tem de ter depois um outro empréstimo de uma contrapartida nacional, que será contratado directamente pela Câmara com a banca'.
O arquitecto salientou que o empréstimo tem 'a particularidade importante' de não se reflectir no endividamento municipal. 'É, portanto, uma área onde a CML pode fazer investimento sem que isso ponha em causa a sua capacidade de crédito', sustentou o vereador, acrescentando que o parque urbano dos bairros históricos está num 'estado caótico'.
Manuel Salgado adiantou que o empréstimo se destina essencialmente à habitação, mas também espaços públicos e equipamentos. 'A habitação representa 47 milhões de euros, a reabilitação de edifícios e equipamentos 37 milhões e a reabilitação de espaços comuns, infra-estruturas e arranjos exteriores outros 35 milhões', especificou.

CM
Vamos ver qual será a posição do PSD/Lisboa, na sua estratégia do "bota a baixo" . Tenho a sensação que a polítiquice do PSD vai-se sobrepor às necessidades da cidade.