quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Mulheres Socialistas na Madeira.



Mulheres Socialistas da Madeira preparam-se para as eleições

O Departamento Regional das Mulheres Socialistas da Madeira apresentou, em conferência de imprensa, o seu plano de actividades.
Segundo Mafalda Gonçalves, presidente deste Departamento, a implementação de núcleos concelhios das mulheres socialistas “não só numa lógica de crescimento mas também de descentralização e de partilha de conhecimento por forma a que todas as mulheres estejam preparadas para os desafios” é um dos muitos objectivos traçados por este grupo de trabalho.

Sobre o facto de no próximo ano haver três actos eleitorais, “em que serão chamadas 400 mulheres a integrar as listas às autárquicas pelo Partido Socialista”, Mafalda Gonçalves adiantou que o Departamento vai “apostar em políticas de formação, quer ao nível de políticas de igualdade de género, políticas autárquicas e questões europeias”.

A líder das Mulheres Socialistas da Madeira referiu ainda que o Departamento Regional terá “um papel de denúncia sempre que se registem atropelos às questões de igualdade de género e também quando se detectarem queixas de situações de discriminação em função de sexo”.

Outra das linhas de acção deste departamento é a apresentação de propostas à Assembleia Legislativa Regional, sob a forma de projecto de resolução, para que sejam defendidos, a vários níveis, os direitos das mulheres.

Nem na Politica Internacional Consegue Não Ser Parcial.



Irão/Nuclear: PCP acusa potências internacionais e ONU de hipocrisia e exige desarmamento de Israel.

O dirigente do PCP Ângelo Alves defendeu hoje que "o braço de ferro" com o Irão sobre a questão nuclear é "um exemplo da hipocrisia" das principais potências e da ONU e exigiu o desarmamento de Israel.
"Se se quiser criar no Médio Oriente uma zona livre de armas nucleares, só há um caminho. Pressionar a potência nuclear da região - Israel - a desarmar-se. O resto serão exercícios de táctica diplomática e militar de hipocrisia", afirmou Ângelo Alves.
Em conferência de imprensa sobre a actualidade internacional, assinalando os 63 anos sobre o lançamento da bomba nuclear sobre Hiroshima e Nagasaki, o dirigente comunista frisou que "aumenta a inquietação em torno da possibilidade de o mundo vir novamente a testemunhar o terror nuclear".
Sobre o dossier nuclear do Irão, Ângelo Alves defendeu o "direito soberano de qualquer país decidir a sua política energética, incluindo o direito de produção de energia nuclear".
"O braço-de-ferro com o Irão é o exemplo elucidativo da hipocrisia com que as principais potências imperialistas e mesmo a ONU olham o tema do militarismo e especialmente as armas nucleares", sustentou.
Ângelo Alves assinalou que o Irão está a ser sujeito "a sucessivas e draconianas exigências" de supervisão do seu programa nuclear ao mesmo tempo que Israel, Índia ou Paquistão "beneficiam de apoio militar e de fornecimento de tecnologia nuclear".
Admitindo que "existe o risco de novos países do Médio Oriente se armarem com arsenal nuclear", o PCP defendeu que o "único caminho" para que a região seja livre de armas nucleares é pressionar Israel a desarmar-se.
No passado dia 19 de Julho, em Genebra, os principais responsáveis ocidentais deram um prazo de duas semanas a Teerão para responder à oferta de embargo de novas sanções internacionais contra o país, em troca do congelamento do programa nuclear iraniano.
A proposta prevê medidas de cooperação económica e política em troca da suspensão das actividades iranianas de enriquecimento de urânio. O prazo para a resposta iraniana terminou no sábado passado.
Terça-feira, o chefe da diplomacia da União Europeia, Javier Solana, recebeu uma carta de Teerão que será hoje discutida com os países envolvidos nas negociações do programa nuclear iraniano, anunciou o gabinete do alto representante.

E então a Coreia do Norte ficou esquecida? Amenésia politíca é o que é.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Homenagem, pela Liberdade.



Morreu um dos maiores críticos do regime soviético.
Alexander Solzhenitsyn faleceu, este domingo, ao 89 anos de idade vítima de um ataque cardíaco.
O escritor russo ficou conhecido por ter denunciado as atrocidades praticadas pelo regime comunista. Uma realidade retratada em obras como “o Arquipélago de Gulag.”
Integrou o Exército Vermelho durante a Segunda Guerra Mundial, mas depressa se tornou um dissidente.
Foi perseguido pelo regime soviético, preso e enviado para campos de trabalhos forçados.
Uma experiência que inspirou obras como “Um Dia na Vida de Ivan Denissovich” que conta a história de um companheiro nos campos de trabalhos forçados da Sibéria.
“O Pavilhãos dos Cancerosos”, e “O Primeiro Círculo”, tiveram de ser publicados clandestinamente.
Em 1970 recebe o Nobel de literatura.
As obras foram consideradas um ataque ao regime soviético. Quatro anos mais tarde Solzhenitsyn perdeu a nacionalidade e foi expulso da antiga URSS, acusado de traição à pátria.
O regresso à Rússia ocorreu 20 anos mais tarde, após o fim da União Soviética.
Solzhenitsyn passou, então, a escrever sobre a história e identidade russa. A forma como apontou o dedo à corrupção no país e aos valores da rússia pós-comunista voltaram a incendiar os ânimos da sociedade.
O escritor foi um dos maiores críticos da forma como a Rússia fez a transição para o capitalismo.
Surpreendeu tudo e todos ao aprovar a segunda guerra na Tchetchénia pedindo a pena de morte para os independentistas.
Mais tarde aproximou-se do então Presidente, Vladimir Putin, louvando publicamente as qualidades do chefe de Estado.

In Euronews.

domingo, 3 de agosto de 2008

Repor a Verdade.



O Insulto dos Oficiais das Forças Armadas

Os oficiais das Forças Armadas insultam o Governo ao dizerem que há pouca transparência na venda do património militar, isto é, antigos quartéis, depósitos de material de guerra, etc.

Os oficiais em questão não foram eleitos para governar o País e devem saber, a não ser que as queixas venham de reformados estúpidos, que a herança deixada pelo Portas em termos de compras de material de guerra ultrapassam em mais de dez mil vezes o valor do património das Forças Armadas agora vendido ou a vender e não tomaram conhecimento que muito desse património, terrenos, etc., passou para o domínio público, principalmente autárquico.

Mais de 4 mil milhões de euros vão custar os dois submarinos adquiridos pelo Portas com comissões para oficiais de marinha de alta graduação, agora presos, e outras pessoas que receberam os milhões transferidos pelos estaleiros Howaldswerft para uma empresa do BES em Londres. Esse dinheiro inclui os barcos, armamento, juros de leasing e vinte anos de operacionalidade.

Para além disso, Portas deixou uma compra de 260 carros blindados Pandur II de oito rodas do tipo Chaimite que eram mais pequenos e só de quatro rodas. Portugal, durante os 13 anos de guerras coloniais, nunca chegou a possuir 260 Chaimites. Para que guerra é que Portas quis os Pandur II vindos da Áustria. O governo negociou entregas mais proteladas e este ano vieram apenas 15 unidades, podendo chegar mais umas tantas até ao fim do ano.

Foram adquiridas duas fragatas holandesas em segunda mão para substituir, com as 3 “Vasco da Gama” compradas pelo Cavaco, as sete fragatas já abatidas ao serviço. Parte das 10 corvetas que foram e ainda estão a ser abatidas vão ser substituídas pelos NPO200 (Navios de Patrulha Oceânico) mais adequados ao serviço de vigilância, patrulha, salvamento e combate à poluição nas nossas costas e ilhas atlânticas.

Portas adquiriu muito material para os F-16 e comprou uns tantos encaixotados que vieram em parte como compensação da cedência da base dos Açores. Os F-16 estão a ser montados e modernizados com o chamado equipamento da meia vida.

Além disso foram adquiridos há anos os novos helicópteros para substituir os “Puma” que estão no fim da sua vida operacional.

Houve ainda muito material adquirido para as missões da ONU e NATO, nomeadamente viaturas Hummer fabricadas na Galiza sob licença.

Enfim, os oficiais querem ficar com o dinheiro do património militar enquanto os contribuintes pagam os milhares de milhões de euros em material de modernização das FAs.

Eles estão convencidos que o contribuinte é parvo de todo e basta insultar um governo e veicular a ideia que os pequenos valores resultantes do património é “desviado” para o Ministério das Finanças que não teria direito de encaixar esse dinheiro, mas apenas de pagar os milhares de milhões. Tenham juízo senhores militares, portem-se com disciplina e lembrem-se que os contribuintes, nomeadamente as classes médias, estão longe de serem ricos. Somos todos pessoas de cêntimos bem contados e não podemos pagar para o pequeno Portugal os custos astronómicos de Forças Armadas de grandes países. Por isso, fazemos parte da União Europeia e da OTAN.

E lembrem-se que durante muitos séculos, foi a política de alianças que garantiu mais a independência nacional que o poder militar nacional, apesar de este ser igualmente necessário e indispensável à soberania nacional exercida pelo Estado, nunca por auto-gestão de militares ou quaisquer associações profissionais.

Publicado por: DD às 17:10
Retirado do blog do PS LUMIAR.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Sondagem.



Os portugueses evidenciaram uma enorme descrença quanto à capacidade dos actores políticos para resolver a crise económica. Os partidos recuaram quase todos nas intenções de voto, excepção feita ao PSD que cresceu uns significativos 3% e consegue o melhor resultado desde a subida de Sócrates ao poder. No campeonato da popularidade os resultados são ainda mais negros, pois órgãos de soberania e líderes partidários foram todos corridos com nota negativa.

PS aguenta-se e PSD é o único que cresce


Os portugueses evidenciaram uma enorme descrença quanto à capacidade dos actores políticos para resolver a crise económica. Os partidos recuaram quase todos nas intenções de voto, excepção feita ao PSD que cresceu uns significativos 3% e consegue o melhor resultado desde a subida de Sócrates ao poder. No campeonato da popularidade os resultados são ainda mais negros, pois órgãos de soberania e líderes partidários foram todos corridos com nota negativa.

PS aguenta-se e PSD é o único que cresce

PS - Apesar da crise e das dificuldades por que passa o Governo, o PS aguentou-se bem: uma ligeira erosão de 0,4%. Pior são os avanços do PSD.

PSD - O melhor resultado dos sociais-democratas na era Sócrates. Um crescimento sensível de 3% coloca os 'laranja' a apenas 7,6% dos 'rosa'.

CDU - A CDU encolheu 0,1% e, por demérito alheio, só perdeu pontos para o PSD. Ao contrário de Jerónimo, os comunistas estão de boa saúde.

BE - A crise está a 'queimar' o Bloco. A perda de 1,5% deixou o partido de Louçã mais distante do PCP e mais perto do CDS. Más notícias.

CDS/PP - Só os bloquistas perderam mais do que os populares. O recuo foi pouco expressivo, mas parece consolidar a tendência de último da tabela.

Manuela Ferreira Leite: Todos perderam, ela perdeu mais

Manuela Ferreira Leite amealhou no primeiro mês de liderança um simpático saldo de popularidade e com a mesma eficiência desbaratou-o no mês seguinte. Resultado: a presidente do PSD desceu para o segundo posto entre os responsáveis da oposição, a seguir a Francisco Louçã, e ficou mais distante do 'intocável' José Sócrates. Mas vamos por partes. Em Julho, Ferreira Leite estreou-se com 5,1% na tabela de popularidade, deixando para trás os seus 'camaradas' oposicionistas, e pareceu ameaçar ao longe o líder do PS. Em Agosto, com declarações seleccionadas sobre a função do casamento e silêncios sobre o seu pensamento político, tudo mudou.

Perdeu 3,1% e fixou-se num saldo positivo de 2%, deixando-se ultrapassar pelo coordenador do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, que, apesar de um decréscimo de 0,2%, regressou à posição do mais popular da oposição, com +2,3%. José Sócrates pode sorrir, mas pouco. Apesar de uma ligeira quebra (-2,2%), ganhou terreno à líder do PSD. Do alto dos seus +22,5% não é provável qualquer desconforto nos próximos tempos. Jerónimo de Sousa e Paulo Portas também perderam. Afinal, foi um mês em que todos saíram derrotados.

PS - Apesar da crise e das dificuldades por que passa o Governo, o PS aguentou-se bem: uma ligeira erosão de 0,4%. Pior são os avanços do PSD.

PSD - O melhor resultado dos sociais-democratas na era Sócrates. Um crescimento sensível de 3% coloca os 'laranja' a apenas 7,6% dos 'rosa'.

CDU - A CDU encolheu 0,1% e, por demérito alheio, só perdeu pontos para o PSD. Ao contrário de Jerónimo, os comunistas estão de boa saúde.

BE - A crise está a 'queimar' o Bloco. A perda de 1,5% deixou o partido de Louçã mais distante do PCP e mais perto do CDS. Más notícias.

CDS/PP - Só os bloquistas perderam mais do que os populares. O recuo foi pouco expressivo, mas parece consolidar a tendência de último da tabela.

Separata Unir Lisboa.





Veja hoje a separata da plataforma "Unir Lisboa" com todo o que António Costa fez em tão pouco tempo.

Comunicado da Secção S.João/Beato/Alto do Pina.

Veja também em: http://pssjoaobeatoapina.blogspot.com/


Caros Camaradas,

Aproxima-se um ano repleto de desafios (e oportunidades) para prosseguirmos as políticas que reflectem os nossos valores, as nossas convicções e os nossos projectos para o país, para as autarquias locais e para o aprofundamento da integração europeia em que acreditamos.
Ora, seremos nós, os militantes da nossa Secção em conjunto com as demais do concelho de Lisboa, que teremos de agir e mobilizar forças para mostrar a todos os Lisboetas o trabalho positivo desenvolvido pelo Camarada António Costa, em circunstâncias extraordinariamente difíceis.

Assim, o Partido Socialista vai proceder à distribuição por todas as secções do Partido de um pequeno folheto, justamente, com o intuito de detalhar a acção do Executivo camarário liderado por António Costa. Todos sabemos que o PS encontrou uma Câmara profundamente endividada, sem dinâmica, sem rumo, assente na gestão dos lugares atribuíveis aos seguidores de Santana Lopes (primeiro) e Carmona Rodrigues (depois).
E, enquanto isto ocorria, era a cidade de Lisboa que perdia a alma progressivamente.

Porém, o actual Executivo liderado pela Camarada António Costa, mostrou de forma exemplar como a seriedade e a credibilidade são condições imprescindíveis para envolver os cidadãos na vida política e, consequentemente, conduzir à afirmação da cidadania. Mais: o Camarada António Costa, com uma capacidade política invulgar, provou igualmente que é possível prosseguir o objectivo da superação do défice Municipal, mantendo (sempre) a vontade política de inovar, de modernizar a Cidade com criatividade e visão cosmopolita – enquanto outros (ou direi outras?) se limitam a afirmar que não há dinheiro para nada e não é necessário apresentar alternativas…
Encetámos um caminho que tem de ser continuado, sob pena de regressarmos ao marasmo em que se encontrava Lisboa na era do Executivo social – democrata.

Assim, informo todos os Camaradas que a distribuição do referido folheto pela nossa Secção, encontra-se planeada para o período entre os próximos dias 15 e 21 de Agosto e, brevemente, será agendada uma reunião de Secretariado para preparação desta actividade.

Solicito, pois, a todos os Camaradas que expressem a sua disponibilidade para participar, através do seguinte e-mail: miguel.esteves@gmail.com

Concluo, apelando à participação de todos por um PS mais forte e coeso.

O nosso Partido precisa de nós. Lisboa precisa de todos nós!


Com estima,
As melhores saudações socialistas.
Pelo Secretariado da Secção S.João/Beato/Alto do Pina