quinta-feira, 2 de abril de 2009

Desminta agora sr. deputado municipal!




Sr.Deputado municipal Saldanha Sanches agora desminta que não é fervoroso adepto de Pedro Santana Lopes? Agora desminta que não recebe indicações do candidato?

Reabilitação urbana de Lisboa pela CML.


Para reabilitação urbanaLisboa quer pedir 120 milhões

A Câmara de Lisboa pretende aprovar na próxima semana um pedido de empréstimo de 120 milhões de euros para reabilitação urbana, num projecto que vai abranger 585 edifícios, num total de 4.340 fogos.
O empréstimo foi discutido ontem à noite, na Reunião Pública Descentralizada da Câmara Municipal de Lisboa (CML), que teve como ponto único a audição de munícipes.
No final da reunião, o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, explicou que o empréstimo está a ser negociado há mais de um ano, através do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IRU), e será em parte concedido pelo Banco Europeu de Investimento.
'O empréstimo é de um montante de 60 milhões de euros e tem de ter depois um outro empréstimo de uma contrapartida nacional, que será contratado directamente pela Câmara com a banca'.
O arquitecto salientou que o empréstimo tem 'a particularidade importante' de não se reflectir no endividamento municipal. 'É, portanto, uma área onde a CML pode fazer investimento sem que isso ponha em causa a sua capacidade de crédito', sustentou o vereador, acrescentando que o parque urbano dos bairros históricos está num 'estado caótico'.
Manuel Salgado adiantou que o empréstimo se destina essencialmente à habitação, mas também espaços públicos e equipamentos. 'A habitação representa 47 milhões de euros, a reabilitação de edifícios e equipamentos 37 milhões e a reabilitação de espaços comuns, infra-estruturas e arranjos exteriores outros 35 milhões', especificou.

CM
Vamos ver qual será a posição do PSD/Lisboa, na sua estratégia do "bota a baixo" . Tenho a sensação que a polítiquice do PSD vai-se sobrepor às necessidades da cidade.

terça-feira, 31 de março de 2009

Não valia a pena fazer greves "preventivas" por parte da CGTP (PCP)


Câmara de Lisboa lança campanha de limpeza da cidade e contrata mais 120 cantoneiros

A contratação de 120 novos cantoneiros e a divulgação de anúncios de sensibilização para a limpeza da cidade são duas facetas de uma campanha ambiental de oito milhões de euros que a Câmara Municipal de Lisboa apresenta hoje."Há onze anos que não se fazia uma campanha de sensibilização sobre esta matéria em Lisboa e tenho esperança nos resultados", disse o vereador com o pelouro do Ambiente, José Sá Fernandes, a propósito da campanha "Lisboa Limpa", que vai passar nos principais canais de TV e Rádio, imprensa escrita e na rede Multibanco. Em paralelo, vão decorrer acções de sensibilização em cerca de 200 escolas, dirigidas a mais de 50 mil alunos, docentes e auxiliares de acção educativa. "As pessoas têm de se habituar a não deitar as beatas para o chão, a não grafitar as paredes e a participar na recolha selectiva do lixo", disse o vereador, reconhecendo que "muitos cidadãos continuam a fazer dos ecopontos autênticas lixeiras, pois deixam os sacos de lixo orgânico ao lado dos contentores, talvez apenas por preguiça". A campanha insere-se no Plano de Intervenção de Limpeza Urbana e prevê "a contratação de 120 novos cantoneiros e a aquisição de 80 novos veículos (carros de recolha, lavadoras, varredoras, viaturas de apoio à limpeza, viaturas de tracção eléctrica, de remoção e de compressão, etc), alguns movidos a energias não poluentes e mais silenciosos", informa um comunicado do gabinete de Sá Fernandes. "Serão igualmente adquiridos 40 sopradores, dez aspiradores, além de mil papeleiras com cinzeiros e 14 mil contentores", esclarece o documento. O Plano apresentado pelo vereador contempla ainda "o alargamento das áreas de excelência na zona histórica da cidade e a expansão da recolha selectiva porta-a-porta a dez novas áreas de intervenção". De acordo com o vereador da Câmara Municipal de Lisboa (CML), alguns dos locais mais problemáticos são "a Mouraria, onde as operações de limpeza começaram a semana passada, o Bairro Alto e a Baixa lisboeta". O Centro Comercial do Martim Moniz é outro ponto crítico, "sobretudo pela acumulação de caixas vazias" provenientes das lojas. O início oficial da campanha está marcado para hoje, às 22h00, na Garagem Municipal Olivais III, e terá a presença do presidente da autarquia, António Costa, e de Sá Fernandes. Também irão comparecer na sessão cantoneiros da CML, alguns deles participantes no anúncio televisivo, que será apresentado na mesma ocasião. Diariamente, 1800 funcionários dos serviços de limpeza da CML recolhem 900 mil quilos de lixo, colocados em 17 mil contentores e 1500 ecopontos.

Lusa

sexta-feira, 27 de março de 2009

A carta anónima que supostamente "incrimina" o PM


A CARTA ANÓNIMA


Alcochete é uma vila pacata e o concelho não tem uma elevada taxa populacional. Por isso, quando surgem boatos, rapidamente se tornam em verdades absolutas, as quais considero deverem ser acompanhadas e/ou investigadas. Nas vésperas das eleições autárquicas de 2001, o projecto de construção da Freeport foi chumbado pelo Ministério do Am­biente, na altura liderado pelo engenheiro José Sócrates.
Imediatamente a seguir, e na sequência da vitória do PS liderado por José Inocêncio, a Câmara desenvolveu esforços para que o projecto fosse aprovado. Existem rumores de que o primeiro parecer da Direcção Regional da Agricultura e Ordenamento do Território teria sido favorável à aprova­ção, no entanto ainda antes da primeira decisão do então ministro tiveram de reformular o parecer. Ao que consta, houve entrega de dinheiro ao ministro e apoio à campanha eleitoral autárquica do PS. Este processo do Freeport tem sido bastante nebuloso e culminou na conturbada inauguração em Setembro.
Ao que consta, existem dois assessores da Câmara que têm procurado ‘sugar’ algum dinheiro aos patrocinadores do empreendimento, bem como a outros empresários que investem ou pretendem investir em Alcochete. Esses dois assessores são a engenheira Honorina e o Dr. José Manuel Marques.
Esses autarcas sabem da situação e eventualmente possuem documentos, para além dos principais dirigentes do PS, o Sr. António Lourenço tem escrito e demonstrado conhecimento da matéria. A engenheira Honorina era vice-presidente da Câmara do Montijo, tendo perdido a confiança política da presidente da Câmara. Mantém--se como vereadora sem pelouros; e, com alteração do quadro de poderes da Câmara do Montijo, foi contratada pelo presidente da Câmara de Alcochete como assessora para o urbanismo.
Neste momento, correm no tribunal do Montijo proces­sos contra ela, accionados pela presidente da Câmara do Montijo e vice-versa. José Manuel Marques é funcionário da Reserva Natural do Estuário do Tejo, possuindo um contrato de prestação de serviços com a Câmara de Alco­chete na área do Ambiente. Ao que consta, este contrato não é totalmente legal. Existem autarcas que conhecem a situação e eventualmente possuem documentos, para além dos principais dirigentes do PS, talvez seja oportuno ouvir o Sr. António Lourenço que é o representante do PSD na Assembleia Municipal, o qual tem escrito e demonstrado conhecimento da matéria.
A empresa que deu consultadorìa liderada pelo em­presário Manuel Pedro poderá dar mais informações. Os rumores e conversas de café em Alcochete são inúmeros, de tal modo que, ao que parece, os administradores do Freeport estão com vontade em desabafar.”
Fonte anónima

Afinal a política negra e a calúnia sempre existiu contra o PM.


Marinho Pinto acusa PJ de fabricar caso Freeport
por Carlos Rodrigues LimaHoje

Bastonário da Ordem dos Advogados diz que nos EUA este caso já tinha dado origem a um inquérito por “conspiração”. Leia o documento de Marinho Pinto na íntegra.
António Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados, desfere, na próxima edição do Boletim da OA, um ataque à investigação do caso Freeport. Numa extensa reportagem acerca do processo de violação de segredo de justiça ao ex-inspector José Torrão, Marinho Pinto escreve que “noutros, como nos EUA, um caso destes teria seguramente conduzido a outro processo, por conspiração”.
O trabalho publicado no Boletim de Abril da OA assenta, sobretudo no processo ao inspector José Elias Torrão, já condenado em tribunal. Neste caso que correu nos tribunais, foi dito que a coordenadora da Polícia Judiciária de Setúbal, Maria Alice Fernandes, foi quem sugeriu a apresentação de uma carta anónima de forma a poder iniciar uma investigação. Isto depois de terem existido, em finais de 2004, encontros entre inspectores da PJ de Setúbal com Miguel Almeida, ex-chefe de gabinete de Santana Lopes, e Armando Carneiro, antigo proprietário da revista “Tempo” e ligado ao PSD.
“Aconselhar o recurso a cartas anónimas, reunir com jornalistas (e com opositores do principal do principal visado com as denúncias) são métodos que não são próprios de uma investigação criminal”, escreve Marinho Pinto, acrescentando: “Em processo penal não há conversas informais, mas sim diligências rigorosamente formais, ou seja, reduzidas a auto”.
As críticas do Bastonário continuam, agora referindo-se ao facto de uma inspectora da PJ ter dito que Armando Carneiro conhecia uma escuta telefónica do processo, coincidentemente, a única a José Torrão ouviu: “Por outro lado, divulgar a jornalistas a realização de escutas telefónicas e de buscas judiciais, inclusive antes de estas se efectuarem, constitui uma prática que só se pode justificar por interesses estranhos à investigação”.
A nova atitude editorial do Boletim da OA está a provocar forte polémica junto dos advogados, pouco ou nada habituados a ter uma “revista” jornalisticamente agressiva. O Bastonário defende-se no editorial, dizendo que se trata de uma nova estratégia de comunicação da Ordem e que o Boletim deve abordar temas e discutir temas da actualidade.
Dn
Afinal a verdade vem sempre ao acima, a cabala sempre existiu, os culpados devem ser investigados e castigados pelo MP (se não houver pressões sobre a justiça como é habitual), quem me diz que não foram estes senhores que inventaram outras calúnias políticas (pergunto: como foi que a jornalista Felicía Cabrita muito chegada à PJ teve neste caso informação preveligiada e a outros processos mediáticos?), e política negra, mesmo que o Sr.deputado do PSD, poderá sempre evocar o seu estatuto de imunidade parlamentar.

terça-feira, 24 de março de 2009

Plano de mobilidade da Baixa Lisboeta.

Plano de Mobilidade da Baixa pode diminuir tráfego da Av Liberdade - Antonio Costa

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, considerou hoje que "o Plano de Mobilidade para a Baixa Pombalina será essencial para diminuir em 50 por cento o tráfego na Avenida da Liberdade, a artéria mais poluída da Europa".
O autarca lisboeta falava durante uma sessão de apresentação e debate do conceito de Circulação para a Baixa de Lisboa, que contou com a presença do vereador do Urbanismo, Manuel Salgado e do responsável pelo tráfego, Pedro Moutinho e onde se discutiram as consequências do corte de trânsito entre a Baixa e o Terreiro do Paço, o aumento da oferta de estacionamento para moradores e de mais corredores para transportes públicos.
António Costa explicou que "a autarquia não podia aceitar que continuassem a entrar na Baixa 4.500 carros por hora, sendo que em 70 por cento dos casos era para atravessamento".
"Setenta por cento dos automóveis que passavam na Baixa até 15 de Fevereiro eram de atravessamento, uma situação que em nada beneficiava esta zona, nomeadamente a nível ambiental" atestou o autarca.
O presidente da Câmara de Lisboa considerou ainda que o Novo Plano de Mobilidade "não representa uma luta contra o automóvel mas sim uma batalha pela melhoria do ar".
"A Baixa vai continuar acessível ao transporte individual, agora é só para quem quer vir mesmo para a Baixa e não para quem está de passagem e quer ir ou para Santa Apolónia ou para Alcântara", esses têm de procurar uma alternativa, referiu.
Alternativas que segundo algumas associações de moradores "têm entupido outras artérias da cidade que têm menos capacidade para receber trânsito".
"A Rua Vítor Cordon está um inferno. A Rua dos Bacalhoeiros está um inferno. A Rua do Arsenal, a mesma coisa", apontou António Rosado, membro da Associação de Moradores da Baixa Pombalina.
No entanto, António Costa assegurou que os estudos não têm comprovado isso e que não vai desistir das suas convicções.
"Como em tudo na vida, não podemos agradar a todos. Mas naquilo que me diz respeito, tenho a certeza que este é o caminho a seguir para melhorar a qualidade de vida na Baixa de Lisboa", sublinhou.
rtp

segunda-feira, 23 de março de 2009

Óra aqui está a resposta ao Bota-a-baixo do PSD/Lisboa


Câmara de Lisboa convoca Conselho Municipal de Segurança

Depois dos incidentes no bairro Portugal Novo, nas Olaias, a 8 de Março, o Conselho Municipal de Segurança de Lisboa irá reunir a 15 de Abril, disse à Lusa fonte do gabinete do presidente da Câmara, António Costa (PS).A convocação do conselho municipal de segurança, que nunca havia reunido este mandato, foi reclamada pelos partidos da oposição.
O órgão consultivo reúne num momento em que o encerramento de esquadras na cidade levou a Câmara a aprovar uma moção, por unanimidade, que exige esclarecimentos do Governo sobre a política de gestão de esquadras e o policiamento de proximidade.
A Câmara Municipal de Lisboa disponibilizou instalações municipais na Praça de Espanha para acolher uma esquadra da PSP, em substituição das encerradas no Rego e na Avenida João Crisóstomo.
As reivindicações da autarquia motivaram uma reunião de Câmara extraordinária, na semana passada, em que estiveram presentes responsáveis do MAI e da PSP e a Governadora Civil de Lisboa, Dalila Araújo.
Depois da reunião, o vice-presidente da Câmara, Marcos Perestrello (PS), anunciou que está a ser preparado um contrato local de segurança para o município e estudada a possibilidade de videovigilância na Baixa e Bairro Alto, entre outras medidas.
A partir de Outubro o Comando Metropolitano de Lisboa vai ser reforçado com cerca de 250 agentes que estão em formação, embora não esteja ainda determinado quantos serão destacados para a cidade.
SAPO/ Lusa




Depois disto quero ver amanhã a posição do PSD/Lisboa na Ass.Municipal de Lisboa.