terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Como Se Faz Uma Noticía Para Vender Jornais.

Lisboa: Eleitos do PS reúnem-se a 5 de Janeiro para delinear estratégia
Costa prepara equipa para 2009
Dia de Reis (5 de Janeiro) será o de todas as decisões na Câmara de Lisboa (CML). António Costa convocou todos os vereadores socialistas e respectivos adjuntos para uma reunião no Palácio da Mitra. O presidente da CML pretende delinear a estratégia a seguir num ano em que o actual executivo camarário, sujeito a alguns ajustes, enfrenta eleições autárquicas.
Fonte do gabinete de António Costa desvalorizou o encontro da maioria socialista. "Todas as segundas-feiras os vereadores do PS se reúnem para preparar a semana, esta reunião poderá ser mais longa porque se inicia um novo ano, mas não há nada de mais", disse ao CM. Sobre o facto de nos pontos da agenda constar a estratégia a adoptar pelo Executivo num ano em que têm lugar eleições autárquicas, a fonte afirmou que "o executivo camarário trata da actividade da Câmara e não das autárquicas".
Para defrontar a corrida a Lisboa com o candidato do PSD, Santana Lopes, o CM sabe que António Costa vai fazer alguns ajustes na equipa eleita em 2007, com a certeza de que o vereador Cardoso da Silva, que tutela a pasta das Finanças, ficará de fora. O responsável já admitiu ao CM que uma recandidatura não faz parte das suas intenções. No que se refere a Rosália Vargas, responsável pela Cultura, as dúvidas persistem. Apesar de ser dada como vereadora fora do baralho, a própria alimenta a confusão. "Há muita coisa que se diz sem fundamento", disse ao CM. "Mas ainda é cedo para falar seja do que for", acrescentou logo de seguida.
SANTANA MANTÉM SILÊNCIO
Pedro Santana Lopes recusa levantar o véu em relação às iniciativas que reserva para o início do novo ano no âmbito da candidatura a Lisboa nas autárquicas de 2009 pelo PSD. "Tenho coisas pensadas mas ainda não quero falar", repetiu o candidato ao CM.
De momento, Santana Lopes apenas se pronuncia para desmentir as notícias que indicam que terá convidado o publicitário brasileiro Duda Mendonça para ser responsável pela campanha a Lisboa, e outras que referem que o ex-primeiro-ministro já terá entrado em contacto com agências de comunicação para esse efeito."Ainda não entrei nessa área. Tenho algumas ideias em relação a essa matéria, mas ainda não fiz quaisquer contactos, nem tomei qualquer decisão. Essas notícias não têm fundamento", garantiu.

A única noticía que interessa ler, é que Santana Lopes não comenta, é que aquele homem irrita-me os tímpanos.

Mensagem de Natal de José Sócrates.


Mensagem de Natal do Primeiro-Ministro

Prezados Concidadãos:
Cumpro com gosto e uma vez mais esta bela tradição de desejar a todos os portugueses e a todas as famílias um Feliz Natal e bom Ano Novo.
Este é o tempo de celebração dos valores da paz, da família, da fraternidade. É o tempo de celebração da esperança. E é de esperança a palavra que vos quero transmitir.
O ano de 2008 foi, todos o sabemos, um ano difícil. Sei bem o esforço que a todos tem sido exigido. É, por isso, que sinto que é meu dever, neste momento, deixar uma palavra de reconhecimento e de gratidão a todos quantos têm dado o seu melhor pelo País.
O mundo vive hoje uma grave crise económica e financeira. Os seus efeitos já se sentem também em Portugal. Mas a verdade é que, nos últimos três anos, o País ultrapassou a crise orçamental e pôs as contas públicas em ordem. Isso permite-nos agora responder melhor às dificuldades económicas que nos chegam de fora. Podemos agora usar mais recursos do Estado para apoiar o emprego, as empresas e as famílias.
Quero que saibam que neste momento difícil da Europa e do mundo, os Portugueses podem contar com a determinação do Governo.
Determinação no apoio à economia. Determinação, também, na defesa e na promoção do emprego. Mas, determinação, sobretudo, na protecção das famílias, especialmente às famílias de menores rendimentos, protegendo-as das dificuldades que sentem e ajudando-as nas suas despesas principais.
Foi por isso que aumentámos o abono de família, melhorámos a acção social escolar e diminuímos a despesa com os transportes escolares. Foi por isso que criámos as condições para que baixassem os juros com a habitação, generalizámos o complemento solidário para idosos, protegemos as poupanças, aumentámos o salário mínimo e actualizámos os salários da função pública acima da inflação.
É esta a orientação do Governo: reforço do investimento, apoio à economia e ao emprego, aumento da protecção social. Esta é a resposta adequada aos tempos difíceis que vivemos. Hoje, os Portugueses compreendem melhor porque foi preciso consolidar as finanças públicas, defender a segurança social pública, reformar os serviços públicos: justamente para que, no momento em que as famílias mais precisam do Estado, o Estado tenha as condições para intervir e ajudar quem precisa.
O ano de 2009 vai certamente ser um ano difícil e exigente para todos.
Mas o nosso dever é não ficarmos à espera que os problemas se resolvam por si próprios. Pela minha parte, e pela parte do Governo quero garantir-vos que não temos outra orientação que não seja defender o interesse nacional neste momento particularmente difícil. E defender o interesse nacional é usar todos os recursos ao nosso alcance, com rigor, sentido de responsabilidade e iniciativa, para ajudar as famílias, os trabalhadores e as empresas a superarem as dificuldades, e para incentivar o investimento económico que gera riqueza e emprego.
É em momentos difíceis e exigentes que se espera de todos uma atitude de confiança, uma capacidade de entreajuda, um sentido de responsabilidade solidário. O País precisa dessa atitude, desse empenhamento e dessa determinação.
E há boas razões para termos confiança. Os Portugueses já conseguiram enfrentar e resolver uma grave crise orçamental. Saberão agora, com o seu talento e o seu trabalho, superar os efeitos negativos da crise económica internacional.
Nesta época em que todas as famílias comemoram o espírito do Natal devemos valorizar tudo aquilo que nos une como povo e como comunidade e contribuir solidariamente para o bem-estar colectivo e para um futuro de esperança e de prosperidade.
Saúdo, pois, todos os Portugueses, a todos peço empenhamento e coragem, e a todos deixo uma palavra de estímulo e confiança. Aos que sofrem com a doença, a pobreza ou a solidão, exprimo uma palavra particular de profunda solidariedade.
Saúdo especialmente os militares das Forças Armadas e os elementos das Forças de Segurança que se encontram no estrangeiro, em missões de paz, honrando e dignificando o nome de Portugal. Saúdo também as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo que em todos os continentes mostram a nossa capacidade de trabalho e iniciativa e o nosso carácter pacífico e solidário.
A todos vós caros compatriotas, renovo os votos de Feliz Natal e de Feliz Ano Novo. Boas Festas!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Agência de Comunicação Já Existe.

Campanha de Santana a Lisboa vai ter 'marketing' "nacional"

O PSD define estratégia de comunicaçãoDesmentida contratação de publicitário brasileiro ligado ao 'mensalão'O marketing da campanha de Pedro Santana Lopes às autárquicas de Lisboa será assegurado por profissionais portugueses. Uma garantia afirmada ontem ao DN por fonte próxima do candidato, que desmentiu assim a contratação do publicitário brasileiro Duda Mendonça para a corrida à câmara da capital, em 2009. Duda Mendonça é um dos mais importantes publicitários brasileiros, um nome que em 2005 acabou envolvido no escândalo do "mensalão". A notícia de um alegado contrato é avançada na última edição da revista brasileira Veja. "O ex-primeiro-ministro de Portugal Pedro Santana Lopes convidou Duda Mendonça para ser o marqueteiro da sua campanha", refere a publicação. "Não há qualquer convite, nem haverá", contrapõe a mesma fonte. Que, ressalvando que a questão do marketing ainda não foi discutida entre os sociais-democratas, aponta mais para a contratação de profissionais de comunicação a título individual. Ou seja, não estará nos planos de Santana contratar uma agência de comunicação - mas mesmo que isso venha a suceder, será "sempre portuguesa". Uma opção bem diferente da que foi feita nas eleições autárquicas de 2001, que levaram Santana Lopes à presidência da Câmara de Lisboa. A "moda" dos especialistas brasileiros em marketing eleitoral tinha começado em 1995, com a candidatura socialista de António Guterres a contratar Edson Athaíde para definir a estratégia de propaganda do partido. Em 2001, também Santana escolhe um publicitário vindo do outro lado do Atlântico - a campanha autárquica para a capital foi então desenhada pelo brasileiro Einhart da Paz, especialista em marketing político que antes já trabalhara com vários dirigentes europeus, depois de ter participado na campanha de reeleição de Fernando Henrique Cardoso. Santana viria a ganhar as eleições por uma margem de cerca de 700 votos. O mesmo nome viria a definir a propaganda eleitoral do PSD nas legislativas de 2002 - que elegeram o social-democrata Durão Barroso para São Bento. E, três anos depois, após a demissão do governo de coligação PSD/CDS decretada por Jorge Sampaio, o publicitário voltou a trabalhar directamente com o então candidato a primeiro-ministro Pedro Santana Lopes, nas legislativas de Fevereiro de 2005. Uma campanha que ganhou um traço indelével de Einhart da Paz - o hino Um Homem Também Chora, que relatava a história de um menino guerreiro, e que acompanhava a entrada nos comícios de Pedro Santana Lopes. A passagem do 'marqueteiro' (entretanto regressado ao Brasil) por Portugal acabaria, no entanto, envolta em polémica, com os contratos estabelecidos pelo publicitário com o município de Lisboa a ficarem sob a mira do Ministério Público.

É a crise, já não há dinheiro para contratar os brsileiros, a D.Manuela quer o produto nacinaonal, vamos ver se são capazes de promover, aquilo que é inpromovivél.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

O Grande Embuste das 70.000 Assinaturas


Setenta mil assinaturas contra avaliação dos professores

A Plataforma Sindical de Professores deixou esta segunda-feira no Ministério da Educação um abaixo-assinado exigindo a suspensão da avaliação de desempenho e a revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD). Foram várias as pastas levadas até à 5 de Outubro, contendo cerca de 70 mil assinaturas, recorde que cobre metade da classe docente mas que o Governo já veio pôr em causa.
Antes dos dossiers levados esta segunda-feira até à ministra da Educação, o maior abaixo-assinado de professores datava de há dois anos, em Novembro de 2006, quando 60 mil professores rubricaram no papel a sua insatisfação para com o Estatuto da Carreira Docente. É neste sentido que Mário Nogueira, porta-voz da Plataforma, considera estas "quase 70 mil assinaturas em apenas uma semana" ilustrativas da "disposição dos professores em relação à suspensão da avaliação de desempenho e a revisão do Estatuto da Carreira Docente". "Os professores portaram-se valentemente e têm dado lições muito grandes a este Ministério da Educação e a este Governo", afirmou aquele dirigente, lamentando que "ao contrário do Governo, os professores estão preocupados com a educação, o ensino e as escolas". Mário Nogueira não escondeu a sua decepção por a ministra Maria de Lurdes Rodrigues ter recebido "há dias" 13 professores com 1.500 assinaturas a favor da avaliação, não tendo esta tarde disponibilidade para receber 70 mil assinaturas contra o mesmo modelo. Jorge Pedreira diz que abaixo-assinado "vale o que vale" Numa reacção à entrega das assinaturas, o Ministério da Educação desvalorizou o número anunciado pela Plataforma Sindical, colocando em dúvida a legitimidade dos nomes que compõem o documento. "Este baixo-assinado vale o que vale", atirou o secretário de Estado Jorge Pedreira, explicando que "as circunstâncias em que foi recolhido permitiram que qualquer pessoa sem nenhuma identificação o preenchesse e enviasse aos sindicatos". Mário Nogueira já questionou a reacção do Ministério da Educação, acusando o Governo de "entrar em estado de choque" de cada vez que se realiza "a maior manifestação" ou sempre que o sindicato consegue o "maior abaixo-assinado". Mário Nogueira lamenta "farsa do Ministério" Aos jornalistas, Mário Nogueira comentou ainda a posição do Ministério da Educação em relação à revisão do Estatuto da Carreira Docente para recusar uma negociação "para entreter" e apelando à tutela para que abandone "o comportamento da encenação, do teatro e da farsa". "Exigimos uma revisão orientada para acabar com a divisão da carreira em duas categorias e substituir este modelo de avaliação, tendo por objectivo acabar com as quotas para a atribuição das classificações mais elevadas", concluiu. Simplificação do modelo de avaliação de desempenho dos professores Perante a contestação dos professores, o Ministério da Educação acabou por proceder à simplificação do modelo de avaliação.
rtp

O grande embuste criado pela Frenprof com anúncio prévio e com a suposta entrega do maior abaixo-assinado de sempre, previamente anunciado como a maior contestação ao governo, afinal com impressos publicados na net, que apenas pedia a escola onde leccionavam, onde se pode compreender que qualquer um poderia assinar. Aqui fica a verdadeira intenção da Frenprof e caíu-lhes a máscara, sobretudo na avaliação dos professores e o Estatuto do Professor , afinal a Frenprof nunca quis a avaliação, aquilo que apenas quer é luta politíca nas ruas, tão caracteristico do PCP, e a demagogia de Mário Nogueira. Assim saíu-lhes o tiro pela culatra.

domingo, 21 de dezembro de 2008

sábado, 20 de dezembro de 2008

PS Lisboa

CAMPANHA NEGRA

O PSD anunciou aquilo que já se sabia: Santana Lopes é candidato à Câmara de Lisboa. Com esta escolha Ferreira Leite revela uma enorme fragilidade, trata-se de uma escolha requentada, uma escolha de alguém que já cá esteve e deixou um lastro de confusões urbanísticas, trapalhadas e dívidas. Mas cada um escolhe quem quer, ou pode.
A marca mais recente que nos podemos recordar de Santana Lopes remonta às últimas campanhas eleitorais em que participou, marcadas por um conjunto de ataques e insinuações pessoais, algumas delas ultrapassando as marcas da decência competitiva. Ainda é possível recordar a malévola onda de debates lançados contra Sócrates, sugerindo determinados comportamentos sexuais, sempre acompanhados daqueles cartazes com a cara de Sócrates a preto e branco, apresentando-o como alguém detentor de uma vida dupla. Depois deste, surgiram outros cartazes com as imagens de outros dirigentes do PS à época. Também na campanha interna para a liderança, Santana Lopes não foi particularmente meigo com Ferreira Leite…
Curiosamente, a escassos dias do anúncio da sua candidatura, vimos surgir no Marquês de Pombal um asqueroso outdoor, com a imagem da pessoa honrada que é Ana Sara Brito, com as mais torpes insinuações. Era de adivinhar, “ mal se cheira a Santana, logo surgem as campanhas difamatórias”. As pessoas já demonstraram não alinhar com este género de estar na política, mas António Costa que se cuide, os boatos sobre ele vão começar a aparecer…

Miguel Coelho

Será que este Homem Não Se Enxerga ?

Programa de candidatura à CML
Santana quer mais túneis e repovoar o centro de Lisboa

Santana Lopes já tem alinhavado o seu programa de candidatura à Câmara de Lisboa, que integra várias ideias do passado, como a recuperação do Terreiro do Paço para os lisboetas e o comércio citadino, mas inclui algumas novidades, como uma rede de túneis atravessando a capital. O SOL antecipa algumas ‘deixas’...
Santana vai recuperar muitas das bandeiras que apresentou há sete anos para a capital e, ao que o SOL apurou junto de fonte próxima do candidato, entre as suas prioridades vão estar a reabilitação e o repovoamento de Lisboa e ainda a reestruturação do sistema viário e rodoviário (leia-se, entre outros projectos, mais túneis).
Desde que chegou a acordo com a líder do PSD sobre a sua candidatura, há mais de dois meses, Santana não esteve parado a aguardar pelo anúncio oficial e deitou logo mãos à obra.
Uma das suas ideias-chave é prosseguir com o desnivelamento dos eixos principais da cidade, como sucedeu com o Marquês de Pombal. Mais túneis, sim, ainda que de menores dimensões e sem a complexidade da obra que ficou a marcar a sua anterior passagem pela presidência da Câmara da capital
.
sol