sábado, 20 de dezembro de 2008

Será que este Homem Não Se Enxerga ?

Programa de candidatura à CML
Santana quer mais túneis e repovoar o centro de Lisboa

Santana Lopes já tem alinhavado o seu programa de candidatura à Câmara de Lisboa, que integra várias ideias do passado, como a recuperação do Terreiro do Paço para os lisboetas e o comércio citadino, mas inclui algumas novidades, como uma rede de túneis atravessando a capital. O SOL antecipa algumas ‘deixas’...
Santana vai recuperar muitas das bandeiras que apresentou há sete anos para a capital e, ao que o SOL apurou junto de fonte próxima do candidato, entre as suas prioridades vão estar a reabilitação e o repovoamento de Lisboa e ainda a reestruturação do sistema viário e rodoviário (leia-se, entre outros projectos, mais túneis).
Desde que chegou a acordo com a líder do PSD sobre a sua candidatura, há mais de dois meses, Santana não esteve parado a aguardar pelo anúncio oficial e deitou logo mãos à obra.
Uma das suas ideias-chave é prosseguir com o desnivelamento dos eixos principais da cidade, como sucedeu com o Marquês de Pombal. Mais túneis, sim, ainda que de menores dimensões e sem a complexidade da obra que ficou a marcar a sua anterior passagem pela presidência da Câmara da capital
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sol

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

A Consciência Social do PS.

José Sócrates orgulha-se do liderar Governo com consciência social


No jantar de Natal do Grupo Parlamentar Socialista, José Sócrates defendeu que foi o seu Governo quem criou mais políticas sociais nos últimos 30 anos e que as desigualdades sociais “vão continuar a baixar” em 2008. “Nos últimos 30 anos, não me lembro de terem sido criadas tantas políticas sociais como com este Governo”, disse, numa intervenção em que disse “orgulhar-se” por liderar um Executivo “com consciência social”.
O secretário-geral do Partido Socialista afirmou que, nos últimos três anos e meio, aumentaram os valores do abono de família, dos passes escolares, a abrangência da acção social escolar, as deduções fiscais para os créditos à habitação e desceu o Imposto Municipal sobre Imóveis, sublinhando a ideia que foi o objectivo do Governo de “pôr as contas públicas em ordem” que permite agora a adopção de mais políticas sociais e de combate à crise, através de medidas de protecção das empresas e dos empregos.José Sócrates salientou ainda que o seu Governo procedeu “ao maior aumento de sempre do salário mínimo, que continuará a subir em 2009” e que “180 mil idosos saíram da pobreza em consequência da aplicação do complemento solidário para idosos”. “O Estado social é para ajudar quem precisa. Num momento em que está a ser preciso, o Estado social disse presente”, afirmou, antes de defender que o seu Executivo “honra a história do PS”.
Já o líder parlamentar do PS, Alberto Martins, a quem coube o discurso de abertura, defendeu que o valor da solidariedade “é um dos traços identitários” do seu partido. Perante “a maior crise económica desde 1929, é seguro ter o PS no Governo”, disse, num discurso em que defendeu que “os tempos difíceis são também tempos de mudança e de esperança”.
Na mesa principal, além de José Sócrates e do líder parlamentar do PS, Alberto Martins, sentaram-se o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, e o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, entre outros dirigentes socialistas. "Os portugueses sabem bem quem nós somos. Somos o grande partido popular da esquerda democrática e da esquerda moderada em Portugal", declarou José Sócrates, motivando uma prolongada salva de palmas dos deputados socialistas.

Menezes é que Sabe.

Escolha de Santana Lopes é de "inqualificável incoerência"

Luís Filipe Menezes volta a lançar um forte ataque à líder do PSD, Manuela Ferreira Leite. Desta vez as criticas de Menezes giram à volta da escolha do candidato à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, Pedro Santana Lopes.
Manuela Ferreira Leite volta hoje a ser o alvo de Luís Filipe Menezes tendo como base a escolha de Pedro Santana Lopes para candidato à presidência da Câmara Municipal de Lisboa. Num artigo de opinião publicado no Jornal de Notícia, o anterior líder do PSD classificou a decisão como uma “inqualificável incoerência”. Luís Filipe Menezes escreve no seu artigo de opinião que a decisão anunciada na noite da passada terça-feira “demonstra inqualificável incoerência, tacticismo sem convicções e uma falta de seriedade intelectual levada ao absurdo”. Menezes deixa, no entanto, um claro apoio a Santana Lopes nas autárquicas, nome que há pouco mais de um ano aprovou para ascender a líder parlamentar dando-lhe assim uma visibilidade significativa já que contava com Santana para a “primeira linha dos combates eleitorais de 2009”. O ex-líder do PSD deseja “boa sorte” a Santana Lopes e considera mesmo que ele “tem tudo para vencer” em Lisboa já que a “liderança de António Costa em Lisboa é um erro de casting, de alguém que ainda veste o fato de Ministro de Estado, mas com uma manifesta inabilidade para uma função mais executiva”. Menezes diz, no entanto, que ao apoiar Santana Lopes, não aplaude a decisão da direcção do PSD e apresenta quatro razões para o fazer. Recorda que “foi Manuela Ferreira Leite e o seu núcleo central de apoiantes quem mais diabolizou a imagem de Santana” nomeadamente quando condenaram a subida deste à liderança do partido em 2005. Foi também Manuela Ferreira Leite quem “indiciou que não teria votado nele nas eleições legislativas” e que afirmou “só há seis meses” que “só tinha votado PSD porque as eleições legislativas eram eleições de voto partidário e não de confiança uninominal”. Menezes recorda ainda que “foi a presidente do PSD que, na qualidade de presidente do Conselho Nacional, suportou a decisão de afastar Santana Lopes da corrida eleitoral de Outubro de 2005”. A fechar as quatro razões para condenar a atitude da direcção do PSD, Luís Filipe Menezes lembra que “foram elementos proeminentes” da equipa de Ferreira Leite quem mais contestou a decisão de conceder a liderança do Grupo Parlamentar a Santana Lopes e que só por decoro não evoca citações dos actuais vice-presidentes Aguiar Branco, António Borges, ou Castro Almeida sobre “o populismo de Pedro Santana Lopes”. A fechar Menezes refere que foi com “alguma repugnância” que assistiu ao anúncio feito pelo “inenarrável Castro Almeida” que “envergonhadamente” referiu em primeiro lugar a candidatura a Braga, em “detrimento da prioridade que devia merecer a indigitação do concorrente à capital de Portugal”.

rtp



Se ele o diz ???

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Mais do Mesmo.

Vai ser uma disputa por Lisboa interessante por Lisboa a melogamia o populismo de PSL e as malfeitorias feitas.Para além do estrangulamento financeiro que PSL deixou Lisboa que ainda hoje a câmara está a pagar divídas deixadas , espero que os Lisboetas não tenham curta memória.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Um Poema de Jorge de Sena sobre o Natal.



NATAL DE 1971

Natal de quê? De quem?Daqueles que o não têm?Dos que não são cristãos?O de quem traz às costas as cinzas de milhões?Natal de paz agora nesta terra de sangue?Natal de liberdade num mundo de oprimidos?Natal de uma justiça roubada sempre a todos?Natal de ser-se igual em ser-se concebido,em de um ventre nascer-se,em por amor sofrer-se,em de morte morrer-se,e de ser-se esquecido?

Natal de caridade,quando a fome ainda mata?Natal de qual esperança num mundo todo de bombas?Natal de honesta fé,com gente que é traição,vil ódio, mesquinhez,e até Natal de amor?Natal de quê? De quem?Daqueles que o não têm,ou dos que olhando ao longe sonham de humana vida um mundo que não há?Ou dos que tortura me torturados são na crença de que os homens devem estender-se a mão?
Porto, Campo das Letras, 2004
Jorge de Sena
José Fanha (org.)
De palavra em punho

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Afinal as Greves Preventivas Valem a Pena.


Entendimento entre Câmara e sindicatos
Pausa no conflito do lixo em Lisboa

O pré-aviso de greve de trabalhadores da Câmara Municipal de Lisboa (CML) na recolha de lixo nos dias 26 a 28 de Dezembro deverá ser levantado nos plenários sindicais de quarta e quinta-feira próximas.
Hoje, segunda-feira, na sequência de uma reunião com o Presidente da Câmara, António Costa, e os vereadores José Sá Fernandes e Cardoso da Silva, as direcções dos sindicatos dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML) e dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) consideraram "positiva a evolução das negociações". Por isso, vão defender uma "reapreciação" do pré-aviso.
A eventual suspensão da forma de luta evitará que se repita o ocorrido na semana passada: uma cidade pejada de sacos de lixos, com contentores a abarrotar e passeios semiobstruídos.
Na reunião (o primeiro acto formal do vereador Sá Fernandes como responsável pelo pelouro de Higiene Urbana), a autarquia assumiu o "compromisso" de apresentar aos sindicatos, no dia 9 de Janeiro, um estudo de uma direcção municipal sobre a lavagem e a varredura em zonas de Lisboa.
Em causa está transferência para uma empresa privada (em regime de 'outsorcing') da limpeza da Baixa. Por outro lado, a CML pretende que a freguesia dos Olivais fique atribuída à empresa privada que tem a cargo o Parque das Nações.
Na sequência do entendimento celebrado hoje, a Câmara vai apresentar em Janeiro um conjunto de medidas concretas: para preenchimento de 50 vagas de cantoneiros (já anunciado anteriormente); para melhoria das condições de trabalho dos funcionários; e de reforço dos meios materiais na higiene e limpeza urbanas.
Esta era uma exigência dos sindicatos, que criticavam a afectação de meios para pagamento a uma entidade terceira em detrimento de investimentos na logística dos serviços camarários.
Para a reunião de 9 de Janeiro, Sá Fernandes "aposta no diálogo.
Expresso on line
Afinal as "greves preventivas" tão ao gosto dos sindicatos ligados à Intersindical valem a pena. Sem qualquer sensabilidade para com os habitantes da cidade e a inresponsabilidade demostrada pelos sindicatos. Quando vamos ter sindicatos responsaveis e actulizados com as realidades actuais do país e do Mundo ?

domingo, 14 de dezembro de 2008

Entrevista de António Costa


António Costa espera incluir Sá Fernandes numa lista para as autárquicas de 2009

O presidente da Câmara de Lisboa admitiu, este domingo, em entrevista à TSF e ao DN, poder incluir Sá Fernandes na lista que vai apresentar para as eleições autárquicas de 2009 e considerou que as coligações à esquerda na CML não deviam ter terminado. António Costa opinou ainda que o PSD actual «não merece qualquer credibilidade».
Questionado, no programa Discurso Directo, sobre se conta com José Sá Fernandes na lista que vai apresentar para as eleições autárquicas de 2009, António Costa disse que gostava de o incluir.
«Se ele tiver disponível e se continuarmos a entender-nos sobre o que é necessário fazer» na capital, «espero que sim», disse, realçando a excelente relação de trabalho que tem mantido com o actual vereador do Ambiente na Câmara de Lisboa, que entretanto perdeu a confiança política do Bloco de Esquerda.
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML) lamentou ainda que as coligações à esquerda no executivo da autarquia da capital tenham terminado.
«Os anos que foram governados pela Coligação por Lisboa, primeiro por Jorge Sampaio e depois por João Soares, foram bons anos para a cidade (...) Tenho pena que tenha acabado e que nas últimas eleições nenhum dos partidos à esquerda» tenha manifestado interesse em «fazer qualquer entendimento» com o PS, disse.
António Costa explicou que «o PCP, por motivos de política nacional, recusa sequer a abordagem do assunto», enquanto «o BE, que vive uma relação algo infantil de competição com PCP», considera que «não pode ter qualquer tipo de entendimento se o PCP não tiver».
O socialista apontou ainda críticas aos social-democratas, afirmando que «no grau de divisão interna em que se encontra» o principal partido da oposição, o PSD «não merece qualquer credibilidade como solução governativa».
Para António Costa, «ninguém se pode confiar a um partido» que muda constantemente de opinião.

tsf