quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Quem Somos Nós Para a Desmentir?

O Entertainer

“De cada vez que Menezes fala, o Partido Socialista respira aliviado e agradece embevecido”.
Sócrates não tem dúvidas sobre os ‘excelentes’ resultados no ensino: baixar a exigência até é para anunciar como se fora mais um êxito. Na PSP também parece que se faz de conta que se distribuem armas, depois de algumas megaoperações muito bem publicitadas.
Neste faz-de-conta do Governo, já manifestamente em campanha eleitoral (agora são mais milhões de investimento na zona Oeste, sem que se perceba de onde vem tanto milhão), surge Menezes. Menezes admite recandidatar-se a Líder do PSD e clama por um Congresso.
Se Sócrates é o rei do virtual, Menezes persiste em não perceber que o problema dele é ele próprio. Cada vez que diz alguma coisa – ou o seu contrário, do que nem se deve dar conta – um sentimento de descrédito percorre a sociedade portuguesa. A coisa não seria grave se não contribuísse para desprestigiar o maior partido da Oposição, cuja imagem deixou muito maltratada, como é sabido.
Falar em Congresso antecipado a um ano das eleições é de quem quer ‘estoirar’, como é evidente. O primeiro-ministro agradece. Espectáculo à margem da governação é sempre óptimo para o Governo. Politicamente, entendamo-nos, por muitos carros de cilindrada que alugue, por muitos fatos que vista, Menezes é Menezes, a bengala, a caução, uma carta sempre boa para o primeiro-ministro e o Partido Socialista. É só pô-lo a correr e dar-lhe algum eco. Bem amparado. Ao primeiro-ministro convém que Menezes fale muito e muitas vezes. Ora, não há nada pior do que alguém utilizável, dependendo, claro, do ponto de vista (para Sócrates é excelente, para o PSD é péssimo). Menezes não entende que entre ele e Manuela Ferreira Leite – concorde-se ou discorde-se – há toda uma diferença entre o estável e a mais completa esquizofrenia política de que aliás deu prova quando teve oportunidade.
De cada vez que Menezes fala, o Partido Socialista respira aliviado e agradece embevecido.
Menezes deveria percorrer um caminho de autocrítica, mas continua sem perceber que apesar de tudo não vale tudo. Mas faz hoje como fez no passado: vale tudo. A todo o custo.
Não compreende nem compreenderá que não basta ‘comprar’ o que está à volta ou tecer uma teia de cumplicidades. Menezes não vive sem um qualquer poder e exposição e as pessoas que não vivem sem um qualquer poder não se governam a si próprias, quanto mais aos outros: destroem.
Cada vez mais Menezes se assemelha a um entertainer ao serviço de Sócrates.
(Crónica de Paula Teixeira da Cruz ao CM)
Cara Drª , Dignissíma jurista e, Presidente da Assembleia da Municipal de Lisboa eleita pelos votos do PSD.
Creio que V.Exa anda com falta de memória, ou anda distrída, ou pior não quer ver o que óbvio. O governo do PS, mantendo o estreito cumprimento do seu programa para o qual foi eleito pela maioria do povo português, graças, ao desnorte e ambição desmesdida que o fez abandonar Portugual numa altura que tinha recebido a maior derrota eleitoral para as eleições europeias como decerto se recordará do seu companheiro de partido Durão Barroso e, depois como não pode haver uma só desgraça , apareceu sem ser muito bem daonde e foi nomeado pelo PR da altura, o seu companheiro de partido Pedro Santana Lopes, o qual se encarregou de acabar com o resto (no qual é useiro e veseiro, porque a seguir como senão lhe basta-se, tartou de arruinar a CML).
Mas dignisíma Dr.ª, esta introdução serve tão só para lhe avivar a memória, que bem precisa, para lhe dizer finalmente que o governo do PS, está a fazer precisamente aquilo que os governos do PSD deveríam fazer e não recorrer ao "faz de conta" como era timbre do seu companhero de partido Pedro Santana Lopes, como V.Exa acima refere, só que Portugal neste momento tem uma grande diferença para os governos do PSD.É determinado e tem um rumo e quem o oriente, o Eng.Sócrates e, aquilo que tem de ser feito, faz-se e, as acções nas várias matérias da governação vão aparecendo feitas, para desgosto de V.Exas, que ainda se vão consumindo, e degladiando-se ? Afinal quem manda no PSD, existe movimentações para um congresso para apear a actual líder depois de ter havido um à tão poucos meses um, ou não? E o resultado mais palpável desta minha afirmação a inconstância e a desorientação dentro do partido de V.Exa, e resulatdo mais palpável é a crónica agora escrita pelo punho de V.Exa.
Aceite V.Exa, os meus mais respeitosos cumprimentos.

O Inicío da Tragédia Glogal.

Não podemos esquecer os crimes que há sete anos um punhado de fanáticos em nome de uma organização terrorista de seu nome Al Kaeeda fez em nome do Islão. O que fez a maior nação do mundo para apanhar os responsáveis, com toda a sua panóplia de recursos militares ultra sofisticados para apanhar estes assassinos e leva-los à justiça dos homens, nada, antes começou outra guerra global em outras partes do médio oriente, e o seu resposável tem um nome, esses homem chama-se : George Bush oxalá que haja castigo para este homem indepentemente das motivações que teve, em que em ambos os casos houve e, está haver genocídio de populações inocentes.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Novo Modelo de Gestão Escolar.

http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1011051

(para ouvir as declarações da ministra, clicar em cima do link)


Novo modelo de gestão escolar é mais democrático, diz ministra

A propósito do arranque do ano lectivo 2008/2009, a ministra da Educação vem à TSF falar sobre os temas quentes para o ano que agora começa. Entrevistada pela jornalista Margarida Serra, Maria de Lurdes Rodrigues fala sobre as mudanças que vão marcar este ano lectivo: o novo modelo de gestão das escolas, crianças com necessidades especiais educativas, transferência de competências para as autarquias. As aulas para os estabelecimentos de ensino pré-escolar, básico e secundário têm início entre os dias 10 e 15 de Setembro de 2008.

TSF

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Apresentação da Fundação Res Publica.

Fundação Res Publica é apresentada hoje no CCB

Hoje, pelas 18:00h, na Sala Luís de Freitas Branco do CCB – Centro Cultural de Belém, em Lisboa, é apresentada a Fundação Res Publica. A Fundação tem por objectivo o estudo e o debate das políticas públicas, resultando de um compromisso aprovado no último congresso nacional do Partido Socialista: «a constituição de um verdadeiro instituto de estudo das políticas públicas, a partir da experiência das actuais Fundações na área do PS. Um instituto que contribua para a modernização do PS e do sistema português de partidos».
De acordo com os estatutos e as estruturas que a compõem, a actividade da Fundação concretiza-se em três planos fundamentais. No quadro do Centro José Fontana, desenrola-se a relação com o mundo sindical. No âmbito do Centro Antero de Quental, promove-se a formação autárquica. Finalmente, caberá ao Instituto de Estudos Políticos a promoção de estudos e debates; a organização de acções de formação; e a edição, designadamente da revista Finisterra.
O Conselho de Administração da Fundação é presidido por António Vitorino. Augusto Santos Silva, Helena André, José Augusto Carvalho e Pedro Marques são os restantes membros que compõem a Administração.

RTP

Acordo de Colaboração.

Lisboa: António Costa anuncia acordo com Cidadãos por Lisboa para projectos no Urbanismo


O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, anunciou hoje um acordo de cooperação com o movimento Cidadãos por Lisboa, que prevê a elaboração do Programa Local de Habitação pela vereadora do Helena Roseta.
Em conferência de imprensa, António Costa anunciou que a vereadora Helena Roseta ficará responsável até ao fim do mandato pela elaboração do Plano Local de Habitação, que pretende "recuperar habitantes para a cidade e criar melhores condições para os que cá vivem".
"Dirigi um convite às vereadoras [Helena Roseta e Manuela Júdice] para assumirem um conjunto de tarefas, no que é um esforço para que a cidade esteja melhor e a Câmara Municipal de Lisboa (CML) funcione melhor", afirmou hoje António Costa.
Segundo o autarca, será "útil, necessário e positivo" ter Helena Roseta a coordenar a aplicação do Programa Local de Habitação.
Manuela Júdice assumirá a liderança do projecto "Lisboa, encruzilhada de mundos", que visa colocar a capital na vanguarda da implementação de politicas intermunicipais para a cooperação e desenvolvimento.
Para a vereadora Helena Roseta, o acordo resulta da negociação de "um terreno de entendimento útil para a cidade", pretendendo agora "identificar projectos concretos que serão colocados para aprovação em reunião da CML".
"O acordo segue o que sempre dissemos: os cidadãos de Lisboa fazem parte da solução e não do problema. Já gastámos um ano, estamos contentes, mas se calhar podemos fazer mais", afirmou a vereadora.
Helena Roseta prescindiu de auferir qualquer rendimento enquanto que Manuela Júdice irá receber o vencimento de um vereador a tempo inteiro.
Segundo a vereadora, este acordo estava a ser negociado desde Maio, estando prevista a sua apresentação em reunião de CML na quarta-feira.
O presidente da autarquia adiantou ainda que este acordo foi negociado com a salvaguarda da autonomia politica dos dois lados e demonstrou disponibilidade para futuros acordos com o PCP.
"A disponibilidade existe e já foi anunciada por mim", explicou António Costa que quando questionado se a força politica com quem estaria disponível para negociar seria o PCP, respondeu apenas: "Claro".
RTP

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Eles Falam...Falam...







Eles ontem faram...falaram ... mas curiosamente nada disseram, sem propostas ou alternativas ao governo do PS, à mesma ladainha de sempre, a oposição mais viável que poderá ser o PSD, tanta expectativas e afinal nada, só pena, porque a líder do maior partido da oposição, fez um discurso cinzento e insonso como se fosse um dejá-vu, se é o melhor queManuela Ferreira Leite sabe e pode fazer,o Governo e o PS pode estar tranquilo.
Quanto ao discurso de Jerónimo de Sousa, nem queria acreditar, pareceu-me um discurso , retartado que deveria estar no frigorifico desde 1975; 1980 ou mesmo em 1990 já com blôure nas pontas das páginas, uma tristeza avassaladoura, tal era a repitação dos chavões. Por isto todo, e face à onde de descrédito da oposição reinante (já nem falo do CDS/PPS esse constou-me que está para obras, para posterior recrutamento de militante numa agência qualquer de trabalhadores para a terefa de militante). Na resposta a estes supostos discursos da oposiçao o governo do PS continua com a sua política que foi sufrada pelo povo português, e será julgado a seu tempo.