sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Medidas Sociais de Apoio às Famílias.


Passe com desconto para estudantes até aos 18 anos

O Governo aprovou a criação do passe escolar "4_18@escola.tp", que irá permitir a todas a crianças e jovens entre os quatro e os dezoito anos terem passes a metade do preço.
Segundo um comunicado do Conselho de Ministros, emitido ontem, com esta medida "garante-se uma redução do preço do título de transporte, que corresponde a um desconto de 50% a deduzir do valor da tarifa inteira relativa aos passes mensais em vigor, designadamente os intermodais, os combinados e os passes de rede ou de linha." O Governo sublinha que este novo passe é um complemento social alternativo ao transporte escolar já existente, tendo como objectivo a promoção da utilização do transporte público e o apoio às famílias "numa das suas necessidades básicas – a mobilidade."A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, diz que com esta iniciativa o executivo pretende "alargar o apoio do Estado às famílias no que respeita à Educação dos seus filhos". Ainda segundo a governante, "agora todos os alunos, mesmo os que residem no perímetro de quatro quilómetros da escola vão ter a redução".
RR

Leituras.


José Luis Peixoto.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

História das Nossas Freguesias.
























Imagens:


  1. Calçada do Cascão em 1948.

  2. Abertura de Ruas no Bairro de Madre de Deus em 1944

  3. Rua da Bela Vista em 1940

  4. Travessa da Ilha do Grilo em 1940

Mais um Instrumento para o Combate ao Crime.


Partido Socialista satisfeito com promulgação de leis

O porta-voz do Partido Socialista, Vitalino Canas, manifestou-se satisfeito com a promulgação pelo Presidente da República das Leis de Segurança Interna e de Organização de Investigação Criminal, considerando-as “importantes” no combate ao crime.
"Sentimos satisfação por esse facto. Trata-se de leis importantes de luta contra o crime", afirmou Vitalino Canas. O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, promulgou segunda-feira as Leis de Segurança Interna e de Organização de Investigação Criminal. As propostas de Lei de Segurança Interna e de Lei de Organização de Investigação Criminal foram aprovadas pelo Conselho de Ministros a 27 de Setembro de 2007 e pelo Parlamento a 08 de Maio.Segundo o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, a Lei de Segurança Interna "reflecte um balanço entre liberdade e segurança, permitindo uma repressão mais eficaz" à criminalidade.O ministro da Justiça, Alberto Costa, explicou que, com objectivos de eficácia e economia, se decidiu atribuir ao secretário-geral de Segurança Interna "a missão de velar pela coordenação, cooperação e efectividade da partilha de informações entre órgãos de polícia criminal".No âmbito destas opções, o ministro considerou que "as balizas ficam absolutamente claras", pois "não pode haver, em qualquer caso, emissão de directivas, instruções ou ordens sobre processos determinados ou acesso a eles".O ministro da Justiça destacou ainda que a Lei de Organização da Investigação Criminal "amplia a esfera de actuação do Procurador-Geral da República" em matéria de investigação criminal e delegação de poderes.


Logo a seguir à notícia da promolgação pelo P.R. vieram logo a terreiro as corporações dos juízes que aqui-del-rei que íria ser a desgraça, o terror, a tragédia, nunca vi tanta gente retrogada que protestam com pré-aviso, são os "intocáveis" deste país em plena acção.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Há 20 Anos Foi Assim.

A Baixa-Chiado Em Risco.



Vereador teme repetição da tragédia do Chiado

Manuel Salgado, arquitecto e vereador responsável pelo urbanismo na Câmara de Lisboa, diz que é preciso evitar que uma tragédia semelhante ao incêndio do Chiado se repita na baixa da capital
O vereador do Urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa e arquitecto Manuel Salgado diz que a zona da Baixa lisboeta é crítica.
«Há muitos edifícios que estão devolutos e temos um grande receio que se possa dar uma catástrofe na baixa como foi o incêndio do Chiado. Temos que fazer tudo o que está ao nosso alcance para evitar essa situação», afirmou Manuel Salgado.
A Câmara Municipal de Lisboa está a apostar na recuperação da Baixa-Chiado, mas o processo será demorado, como reconhece Manuel Salgado entrevistado pela TSF.
«Este é um projecto a longo prazo, tem que ser um projecto de uma geração, para 20 anos, portanto seria demagógico dizer que estará concluído a curto prazo, mas posso aspirar a que a reabilitação da Baixa e do Chiado em velocidade cruzeiro se atinja no final do próximo ano», explicou.
No Chiado o plano de reconstrução esteve a cargo do arquitecto Siza Vieira e não está ainda concluído. Este arquitecto revela que está a trabalhar numa ligação pedonal que há-de unir um pátio criado nas traseiras de alguns prédios da rua do Carmo com o convento.
O incêndio de há 20 anos destruiu 18 edifícios, deixou dois mil desempregados, 200 a 300 desalojados. Ficou ainda marcado pela morte de um bombeiro sapador e de um morador na Rua do Carmo.
TSF

sábado, 23 de agosto de 2008

A CML Tambem se Lembra dos Cidadãos Deficientes.

Para cidadãos com mobilidade reduzida
Câmara atribui licenças a táxis adaptados

A Câmara Municipal de Lisboa vai atribuir 50 novas licenças de táxi para veículos adaptados ao transporte de cidadãos com mobilidade reduzida. Uma medida contestada pela Associação Nacional dos Transportadores em Automóveis Ligeiros (ANTRAL).
À margem da cerimónia de entrega de viaturas para abate, no âmbito do projecto de aquisição de veículos de aluguer de longa duração, o vice-presidente da autarquia, Marcos Perestrello, justificou a medida, salientando que as pessoas com mobilidade reduzida precisam que existam “táxis com condições para transportar estes cidadãos”.
O senão da medida é, para Perestrello, o facto da adaptação dos carros ter de ser suportada pelos taxistas e empresas, pois no financiamento autárquico apenas está previsto o licenciamento.
Paralelamente, o presidente da ANTRAL, Florêncio Almeida, discorda da medida tomada pela Câmara, defendendo que os táxis para pessoas com mobilidade reduzida não funcionam, reforçando que “os táxis para deficientes são uma ilusão”.
Segundo Florêncio Almeida, “as licenças servirão para engrossar o contingente de viaturas na cidade”.

CM on line.