sexta-feira, 22 de agosto de 2008

É Preciso Dar o Exemplo.


Câmara de Lisboa vai reduzir frota automóvel

A câmara de Lisboa vai reduzir em 170 veículos a sua frota automóvel. Com esta medida, que implica que os funcionários da câmara se passarão a deslocar atrávés de meios alternativos, a autarquia quer poupar 840 mil euros por ano.
A Câmara Municipal de Lisboa vai reduzir a sua frota automóvel de 400 para 230 veículos, o que vai resultar numa poupança de 840 mil euros anuais.
Ouvido pela TSF, o vereador Marcos Perestrello confirmou que começam, esta sexta-feira, a ser abatidos os 170 veículos previstos, o que vai beneficiar não só o ambiente, mas também o orçamento camarário.
«O que é essencial é assinalar uma redução de 40 por cento na frota municipal e uma redução de 360 toneladas por ano de emissões de carbono para a atmosfera», explicou o autarca, que diz que os veículos a vender não vão ser substituídos.
O autarca, que confirmou que alguns dos veículos a abater estão afectos à administração da câmara, explicou que esta redução vai implicar que os funcionários se comecem a deslocar através de metro e autocarro e excepcionalmente de táxi.
«Os serviços da câmara não ficam afectados porque são introduzidos mecanismos alternativos que garantem a circulação de pessoas designadamente o incentivo ao recurso de transportes públicos dentro da cidade», explicou.
Marcos Perestrello adiantou ainda que os funcionários da autarquia poderão vir a utilizar o táxi nas suas deslocações caso haja urgência nos serviços que têm a fazer.
TSF


É preciso dar exemplo, e a CML está a fazê-lo, se outros em vez de comprar carros de topo de gama (Pedro Santana Lopes , quem haveria de ser?) para mostrar austentação e gastando aquilo que não tinha, agravando ainda mais o déficit da CML. Com esta medida a CML está a dar um duplo sinal, a de contenção orçamental e uma forte preocupação ambiental, é preciso que a população e os funcionários se apercebam das graves das dificuldades financeiras actuais da da CML e tenham consciência que o exemplo está a vir de quem dirige.

Ouvir Musica Faz Bem.




Trovante- "Saudade"

A Reetrée do PS.


PS: Rentrée com quatro actividades em Setembro


O PS vai assinalar a 'rentrée' com quatro actividades em Setembro, incluíndo um comício, que contarão com a presença de José Sócrates, e definiu como «áreas prioritárias» para a próxima sessão legislativa a educação e as políticas sociais.
Marcos Perestrello, do secretariado nacional do PS, anunciou hoje à Lusa as actividades que marcam o recomeço do ano político dos socialistas e salientou que a agenda escolhida é «um sinal claro» de que a educação e as políticas sociais são «áreas prioritárias onde se espera haver resultados».
«Em Setembro vamos marcar o início do ano em força, com uma forte mobilização do partido e uma forte ligação à sociedade civil, com uma componente política e social», acrescentou o antigo deputado socialista.
A 9 de Setembro, o PS arrancará com a apresentação, em Lisboa, do 'think tank' (grupo de reflexão) Respublica, que resulta da «fusão de duas fundações antigas do PS», a fundação Antero de Quental e a fundação José Fontana, que terá como objectivo preocupar-se «com a componente das ideias políticas e eNo dia 13, vamos fazer uma sessão do fórum Novas Fronteiras sobre educação, em Lisboa, e no dia 27 teremos uma sessão no Porto sobre políticas sociais», disse, anunciando ainda «um comício em Braga, a 20 de Setembro», que se realizará num espaço fechado.
Não revelando ainda nomes de convidados para as iniciativas de 'rentrée' do partido, Perestrello disse, no entanto, que para além do secretário-geral do PS e primeiro-ministro José Sócrates serão também endereçados convites à ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, e ao ministro do Trabalho e da Segurança Social, José Vieira da Silva.
«O ímpeto reformista do governo é para manter até ao final do mandato», garantiu Marcos Perestrello, quando falta cerca de um ano para a ronda eleitoral de 2009, que inclui europeias, autárquicas e legislativas.
Os pormenores sobre as actividades do PS em Setembro vão estar disponíveis a partir de hoje no site do partido, www.ps.pt.

Jogos Florais no PSD e Invejas Avulsas.



Luís Filipe Menezes considerou que a oposição que Manuela Ferreira Leite tem feito é apagada e não leva em conta os mais recentes episódios de criminalidade. Em artigo de opinião, o ex-líder do PSD entende que esta estratégia permite a José Sócrates marcar a rentrée políca.
Luís Filipe Menezes entende que a situação actual do país, que se encontra em dificuldades, exigiria que se ouvisse a voz de uma oposição alternativa, numa referência ao silêncio que a presidente do PSD está a ter relativamente ao país.
Em artigo de opinião publicado no Jornal de Notícias, o antigo líder social-democrata considerou que a oposição que está a ser feita por Manuela Ferreira Leite é apagada e não levanta a voz em relação aos mais recentes episódios de criminalidade.
Menezes acusou ainda a liderança do PSD de nada dizer sobre o sobrecusto de 40 por cento nas empreitadas das auto-estradas nem sobre a aprovação do novo mapa judiciário, não deixando em claro o facto de Ferreira Leite ter estado ausente da Festa do Pontal.
O presidente da Câmara Municipal de Gaia lembrou ainda os silêncios dos actuais responsáveis do PSD sobre a política internacional e mesmo sobre os Jogos Olímpicos, uma estratégia que Luís Filipe Menezes considerou ser errada.
Para Menezes, com estes silêncios, o PSD permite a José Sócrates marcar a rentrée política com uma leitura enviesada sobre a economia e emprego.
O ex-presidente do PSD frisou ainda que nada substitui o carinho e a mobilização da sociedade e do partido e que nada substitui a força do contacto pessoal e do olhar profundo nos olhos de um eleitor.
Menezes sublinhou ainda o facto de o PSD estar «coerentemente silencioso», devido às poucas aparições públicas de Manuela Ferreira Leite, tendo o autarca de Gaia dito que se fosse pedido um comentário a uma catástrofe tão grande como terramoto de 1755 esse só aconteceria numa «universidade estival».
O ex-líder do PSD aludia aqui ao facto de a rentrée política dos sociais-democratas estar marcada para 7 de Setembro numa Universidade de Verão, na mesma data em que em Gaia se realiza uma corrida de aviões.
TSF

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Estes São os Culpados.





Guerra com construtoras
Câmara de Lisboa deve 21 milhões de euros pela obra do Túnel do Marquês
A Câmara de Lisboa deve mais de 21 milhões de euros ao consórcio que construiu o Túnel do Marquês, uma obra adjudicada por Santana Lopes, em 2003, e inaugurada por Carmona Rodrigues em 2007 .
A autarquia lisboeta não paga às construtoras desde 2006, mas há ainda facturas de 2005 por saldar, escreve hoje o Correio da Manhã. Câmara e empresas acordaram em solucionar o caso em tribunal arbitral, que acabou por condenar a Câmara ao pagamento de 17, 8 milhões de euros (acrescidos de juros de mora) ao credor.
António Costa rejeitou esta decisão e entrou com uma acção de anulação do acórdão. Além disso, o executivo de Costa aplicou uma multa de 3,7 milhões de euros às construtoras por atrasos na obra, que pretende fazer abater na dívida.
O consórcio não aceita esta multa e alega que os atrasos se deveram à providência cautelar interposta por Sá Fernandes e que fizeram parar a obra.

Sol on line
É por estas e por outras, que a culpa morre sempre sózinha em Portugal , pior ainda, quando António Costa quis umprir com as obrigações da CML para com os fornecedores contraíndo um empréstimo para pagar os desmandos de outros, o PSD, de uma forma completamente leviana e ciníca chumba este pedido em plena Assembleia Municipal, por aqui se fica a ver a forma de fazer política por parte daqueles que deveriam honrar as suas (In)responsabilidades.




domingo, 17 de agosto de 2008

Óra aqui está a verdadeira oposição.

Porto Santo, 17 Set(Lusa) -- O presidente do PSD/Madeira afirmou sexta-feira, no Porto Santo, que o primeiro-ministro é "perigoso" e defendeu "um movimento nacional que retire a concentração de Lisboa e dê voz ao resto do país".
José Sócrates foi o alvo das críticas do comício do PSD/Madeira na Ilha Dourada, que é considerado a "rentrée" política dos sociais democratas nesta Região Autónoma, que encheu o Largo das Palmeiras, o centro da cidade no Porto Santo.
Jardim surgiu no palco bem disposto, ao pulos ao som do "quem não salta não é da jota" e do "glorioso PSD", começando por anunciar a recandidatura do actual presidente da Câmara Municipal desta ilha, Roberto Silva, nas próximas eleições autárquicas de 2009.
"José Sócrates é perigoso porque está muito discretamente a construir um estado policial" em Portugal, disse Jardim, utilizando expressões como "fascistas", "mafiosas" e "intuitos ditatorias" para classificar as posições assumidas pelo primeiro-ministro.
Realçou que no meio das suas políticas e das ditas "causas fracturantes", Sócrates "esconde um projecto totalitário, reforçando os poderes da polícia e contentando o grande capital".
"Nós temos de mudar isto e fazer uma forte campanha eleitoral para dar uma banhada nas próximas eleições", sustentou, adiantando ser "tempo de haver oposição em Portugal".
Jardim defendeu ser necessário "mudar Portugal, não apenas no governo, mas o sistema político que dá de comer a muitos medíocres e oportunistas".
Falou da Constituição da República de 1976, dizendo que foi "ineficaz" porque pôs o país a funcionar mal, "servindo para uma mediocridade crescente da classe e partidos políticos".
"Haverá um novo movimento político nacional para retirar a concentração financeira de Lisboa, dando voz ao resto de Portugal, que faça a distribuição justa da riqueza", afirmou o líder madeirense.
Jardim criticou a injustiça do tratamento dado à Madeira pelo governo central, realçando que esta região "nunca traiu, nunca criou a Portugal os problemas que surgem noutras regiões", apontando os casos dos conflitos em Espanha com o país Basco, França com a Córsega ou Rússia com a Geórgia.
Considerou também que os "números" relativos a diversas realidades como o desemprego e pobreza, divulgados pelas estatísticas em Lisboa "estão a ser forjados para facilitar as eleições aos socialistas nos Açores".
"Não vamos deixar de lutar. Não estou satisfeito com a obra feita. Vamos fazer mais, mesmo com o Sócrates a pôr um garrote financeiro à Madeira", prometeu.
Quanto a Roberto Silva, o autarca portossantesente, fez uma retrospectiva das "conquistas" e "sonhos" concretizados pelos residentes do Porto Santo na última década, "obras importantes que marcaram a época na ilha e a vontade da sua população".
"Não está tudo feito, temos muitas obras a concretizar ao longo dos próximos anos", declarou, argumentando que qualquer alteração política "seria fatal para o futuro do Porto Santo".
AMB.
Lusa/fim


Óra aqui está a verdadeira oposição, e logo vinda da Madeira, com muita alegria, eluquencia e sabedoria, como a Madeira fosse o único território nacional, a precisar de desenvolvimento, aonde está a famosa coesão nacional tão apregoada pelos novel dirigientes nacionais do PSD.
Deixo uma sugestão ao PSD: Para o ano levam o Alberto João ao Pontal, é festa pela certa, desde que haja um microfone e poncha por perto, sempre é mais animado do que a lider, a D.Manuela Ferreira Leite, que pelos vistos não tem jeito nenhum para estes numeros de circo, e não é de" pão e de circo que o povo gosta" aposto que até o povo do PSD do Algarve gosta. Aquilo estava tão triste, que até metia dó.

sábado, 16 de agosto de 2008

A JS vai defender o casamento homossexal.


Em declarações à Agência Lusa, o dirigente da JS, que está no Porto Santo a apoiar o programa do XII Acampamento Regional da JS/Madeira, salientou que defender o casamento entre pessoas do mesmo sexo insere-se "no projecto de remoção das discriminações em Portugal”.
“A JS tem como objectivo agir por mais igualdades, o que é simultaneamente diminuir as desigualdades sociais e acabar com as discriminações, pelo que vai defender medidas que reforcem igualdades, nomeadamente nos percursos de emancipação dos jovens, redução do abandono e insucesso escolar, entre outras”, disse.
Para a JS, “o casamento entre pessoas do mesmo sexo é uma forma de combater a homofobia em Portugal", pelo que os "jotas" socialistas prometem "continuar a defender essa bandeira". “Vamos perceber nos programas do Governo, o que é que resulta e não resulta.
Vamos tentar defender o que resulta e fazer propostas adicionais no resto”, adiantou. Duarte Cordeiro destaca que esta postura da "jota" se enquadra “numa perspectiva de diálogo com o PS".
"Se o partido quiser avançar [com a proposta] até 2009, deixa-nos muito felizes. Se não quiser avançar, cá estaremos para defender que esta medida esteja integrada no próximo programa das legislativas”, acrescentou.
Em Julho, o líder parlamentar do PS, Alberto Martins, afirmou que o casamento entre pessoas do mesmo género deve ser objecto de discussão e consideração dos portugueses na próxima legislatura. Sobre a sua presença no Porto Santo, o líder da juventude socialista referiu pretender juntar a voz “às prioridades da JS/M, que têm sido de forma global defender uma Madeira moderna”.
“Alberto João Jardim está sempre a falar de uma 'Madeira nova', o que para nós faz parte do século passado, enquanto a 'Madeira moderna' assenta em três coisas: aproveitamento de jovens qualificados, qualidade democrática sem medo dos partidos da oposição nem receio do contraditório e níveis de desigualdade social mais baixos porque o Instituto Nacional de Estatística diz que 19 por cento da população corre risco de pobreza na região”, opina.
Classificou ainda de “inacreditáveis” as recentes críticas do Governo Regional às alterações do Código de Trabalho, acusando o executivo insular de “querer continuar com a precariedade laboral”. Duarte Cordeiro é um dos participantes no colóquio subordinado ao tema “diálogos sobre a cidade”, uma das iniciativas do programa do acampamento da JS/M que termina domingo.
Lusa/SOL