quinta-feira, 24 de julho de 2008

Filmes que Nunca Esquecem.




Ele há fimes que nunca esquecem, e este é um deles.

Definir as Regras do Jogo.




Incompatibilidade - dirigentes sindicais integram direcções políticas
Sócrates desafia


Querem mais tempo de debate? Terão todo o tempo que quiserem", afirmou ontem o primeiro-ministro em resposta às críticas do PCP e da CGTP em relação ao calendário escolhido para discussão pública do Código do Trabalho: as férias de Verão.

José Sócrates garantiu que os socialistas querem travar a discussão para desfazer os 'embustes' do PCP e BE, referenciados como 'esquerda sectária'. 'Não viramos as costas ao debate', referiu antes de afirmar que, 'se o PCP e BE quiserem discutir, terão pela frente um PS mobilizado, que vai denunciar todos os embustes e a demagogia'.
Mas a polémica está instalada num dos pontos do Código do Trabalho que o Governo decidiu manter: a incompatibilidade de cargos para os dirigentes sindicais. Os constitucionalistas Vital Moreira e Jorge Miranda consideramqueaindependência dos sindicatos em relação aos partidos está a ser violada,dadoque dirigentesdaCGTP e da UGT são simultaneamente dirigentes partidários.
Nove membros da Comissão Executiva da CGTP são também membros do Comité Central do PCP e um integra a Comissão Nacional do PS. O BE tem um dirigente da sua Comissão Política no Conselho Nacional desta central. Na UGT, o secretário-geral, João Proença, pertence porinerência ao Congresso,à Comissão Nacional e à Comissão Política do PS.
Para Jorge Miranda, estes casos 'revelam manifesto desrespeito pela lei' porque 'não há dúvida de que existe incompatibilidade entre cargos de direcção em associações sindicais e em partidos políticos', noção com a qual Vital Moreira concorda, acrescentando que são situações às quais 'toda a gente tem fechado os olhos'. Para o dirigente da CGTP Joaquim Dionísio essa incompatibilidade não é 'minimamente cumprida' porque 'é desadequada da realidade', garantindo que a central sindical 'nem se preocupa com isso'.

In Correio da Manhã.

terça-feira, 22 de julho de 2008

As Regras da Democracia.

Leio em alguns blogs de direita autênticos comunicados,contendo ataques pessoais de supostos professores, a fazer desde já campanha eleitoral e convocar os professores para não votarem no PS nas próximas eleições em sistema de pirâmide, esquecem-se estes que quem elege os dirigentes politícos em democracia é a maioria da população portuguesa, e não meia dúzia de supostos professores ressabiados.O esforço que está a ser pedido é a todos os portugueses para conseguir pôr o país de volta na vanguarda da prosperidade, nem que para isso se tenha se tenha de afrontar alguns previlégios corporativos.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

O PS e a Politíca de Juventude.



José Sócrates destaca visão progressista e não conservadora do Governo

O secretário-geral do PS, José Sócrates, afirmou, durante a sessão de encerramento do Congresso da Juventude Socialista, que o Governo que lidera tem “uma visão progressista e não conservadora”, orientando a sua política, não para a juventude mas “para a sociedade que é boa para a juventude”.
José Sócrates destacou as políticas desenvolvidas pelo seu executivo, afirmando tratar-se de “um governo que se orienta por valores progressistas e que recusa todas as visões do passado, retrógradas e baseadas em visões conservadoras”.

Durante a sua intervenção, o secretário-geral do PS destacou algumas medidas tomadas pelo seu Governo que beneficiaram a juventude, entre as quais a lei da interrupção voluntária da gravidez, da paridade, da procriação geneticamente assistida e da nova lei do casamento civil. Sócrates destacou ainda os programas já criados destinados aos jovens, a introdução do inglês em todas as escolas públicas do ensino básico, bem como a redução do insucesso escolar e a criação do programa Novas Oportunidades.

José Sócrates concluiu o seu discurso afirmando que “o programa político deste Governo é oferecer um país melhor aos jovens”, revelando acreditar “num país sem preconceitos, confiante em si próprio, jovem e ambicioso”.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Congresso JS.



Congresso da Juventude Socialista elege Duarte Cordeiro como novo secretário-geral.

A Juventude Socialista (JS) realiza este fim-de-semana, na Alfândega do Porto, o XVI Congresso que vai eleger Duarte Cordeiro como novo secretário-geral, que sucede a Pedro Nuno Santos, que abandona o cargo por ter atingido o limite de idade permitido.
A candidatura de Duarte Cordeiro tem como lema “Agir por mais igualdade” e tem como prioridades do seu mandato dar a conhecer o que o Governo socialista tem feito ao longo dos seus três anos de mandato, bem como “acrescentar ideias”. Entre estas inclui-se a consagração legal do casamento homossexual e introduzir a discussão sobre a energia nuclear na JS.

No Congresso deste fim-de-semana serão debatidos ainda outros tema como a necessidade de reduzir o consumo de energia, as energias renováveis ou os transportes.

Invejas.



Primeiro ano de Costa na Câmara criticado em Assembleia Municipal

Precisamente no dia em que passou um ano desde que António Costa se sentou na cadeira da presidência da Câmara de Lisboa, a reunião extraordinária da Assembleia Municipal de Lisboa, ontem, ficou marcada por uma balanço negativo feito pela oposição.
A questão dos quatro mil prédios devolutos em Lisboa e a aprovação de 16 concursos públicos, de oito milhões de euros, para a manutenção de espaços verdes, marcaram também a reunião. O vereador da área, José Sá Fernandes, disse que a autarquia tem 174 jardineiros para 1360 hectares, 20% dos espaços verdes de Lisboa.
"Em Lisboa 'no pasa nada'", referiu o deputado municipal do PSD Saldanha Serra, citando a actriz Margarida Vila Nova, mandatária da Juventude de António Costa, numa reunião recente, em que a actriz de novelas considerou faltar fazer muita coisa na cidade. Na senda do tema de mandatários, o mesmo deputado mencinou ainda a "trapalhada em relação à frente Ribeirinha de Lisboa, com a demissão de José Miguel Júdice da Sociedade Frente Tejo, quando aquele advogado foi também mandatário de Costa.
João Saraiva, pelo PCP, considerou que "este executivo se mostrou incapaz de resolver o estado caótico em que encontrou a autarquia e respectivos serviços" e que era "grande a atracção pelas obras grandes, em detrimento das pequenas e médias obras", no que foi secundado pelo CDS/PP, através de Carlos Barroso, que lembrou ainda que há imóveis devolutos "que são propriedade da Câmara".
Já Carlos Marques, do BE, elogiou "o facto da Câmara ir integrar nos quadros 839 funcionários actualmente a recibo verde", mas lamentou o imobilismo da autarquia em relação às obras coercivas, já que "os senhorios gozam com a Câmara, pois sabem que esta não tem verbas para avançar". Ontem, depois da reunião, Costa jantou com apoiantes para celebrar este mesmo aniversário
In Portugal Diário


Quem não tem mais nada para dizer, diz mal, é o que estamos habituados a ouvir da oposição, tanto à esquerda como à direita, inveja é o que é.

A Laranja Vai Azedar.




Em dia de Conselho Nacional, Luís Filipe Menezes partiu das últimas sondagens divulgadas para fazer um balanço de Manuela Ferreira Leite à frente do PSD. Num artigo de opinião publicado no Diário de Notícias, o presidente da Câmara de Gaia critica a nova líder social-democrata e lamenta a campanha que lançaram contra o próprio.
«Nem quero imaginar o que se escreveria sobre o anterior líder social-democrata se ele, em escassas seis semanas, não tivesse divulgado uma proposta, estivesse em hibernação enquanto os camiões bloqueavam o país e culminasse tal período de ausência com a pomposa declaração de que o casamento era um magistério virado em exclusivo para a procriação!», apontou.
Sempre sem citar nomes - nem o seu -, Menezes prosseguiu o «ataque» à presidente do PSD: «O anterior líder do PSD afrontava o pico de uma campanha negra, interna e externa, nunca antes vista em mais de trinta anos da nossa democracia. Ao invés, nestes 45 dias ninguém criticou as omissões, os silêncios, o discurso generalista, ou o conservadorismo radical da actual direcção do partido. Ainda bem, todos merecem o seu estado de graça. E isto de ser líder tem que se lhe diga», ironizou.
«Canalha que me fez a vida negra»
Menezes em silêncio até 2009
Passando em revista as críticas de que foi alvo enquanto líder do PSD, sem estado de graça, Menezes garante que «dos actuais vice-presidentes e apoiantes de topo da actual maioria, foram vários os que deram a cara em 50 (!) entrevistas televisivas nos primeiros 60 dias» do mandato. Todas a criticar e a pedir a substituição da direcção mais representativa da história do PSD. «Nem que fosse à bomba!».
Nova presidente é «levada ao colo»
Mas as críticas a Manuela Ferreira Leite não ficaram por aqui: «Muito do que quis provocar com a minha demissão está atingido. Não houve uma eleição eufórica e já está provado que não é a mudança de chefe, por mais que um substituto seja levado ao colo pelos interesses instalados e pela intelligentsia que parasita o statu quo, que resolve as entorses estruturais do PSD».
Depois de uma análise à sua própria governação, o autarca de Gaia condena as substituições de de Ângelo Correia por António Capucho na liderança do Conselho Nacional e de Amorim Pereira por Morais Sarmento.
Substituição de Santana Lopes piorou prestação parlamentar
«Finalmente é óbvio que a substituição de Santana Lopes por Paulo Rangel diminuiu substancialmente a capacidade de afirmação parlamentar. Não tenho dúvidas que éramos mais representativos, intelectualmente mais sólidos, culturalmente mais bem preparados, politicamente mais experientes, ideologicamente mais esclarecidos, mais carismáticos e melhores comunicadores», continuou.
Garantindo que «saímos porque quisemos, quando quisemos», Luís Filipe Menezes promete ajudar «sem ingenuidades» para as vitórias nas batalhas que se seguem. «Para que o PSD possa regressar aos tempos altos da militância como com Sá Carneiro e Cavaco Silva, e daí chegar ao poder com solidez e capacidade reformista, é preciso que o partido se modernize e se repende ideologicamente. Isso só será possível se o caminho que a minha direcção estava a trilhar possa ser retomado».