sábado, 28 de junho de 2008

Nós recomendamos



Liberdade

Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura.

O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

O mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...


Fernando Pessoa

Mais e melhores escolas.


Governo aposta na requalificação do espaço escolar

27-Jun-2008
O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou que o Governo se empenhará em dotar com o melhor da engenharia e da arquitectura portuguesa o Programa de Modernização das Escolas do Ensino Secundário, que se desenvolverá até 2015.
José Sócrates esteve presente, no Centro de Congressos de Lisboa, na sessão de assinatura de um acordo para a aplicação de 116 milhões de euros de fundos comunitários na execução do Programa de Modernização de Escolas.

Segundo o Governo, estes 116 milhões de euros comparticiparão um total de investimento na ordem dos 209 milhões de euros destinados a obras de requalificação de 26 escolas secundárias, no próximo ano lectivo.

Em 2009, na terceira fase do programa, o Governo conta fazer obras de requalificação em 74 estabelecimentos de ensino, o que representa um investimento de 536 milhões de euros.

“A nossa aposta agora é na qualidade do espaço escolar, requalificando-o. Queremos atrair para a escola portuguesa o melhor que temos na engenharia e na arquitectura”, afirmou o primeiro-ministro.

José Sócrates defendeu que a existência do programa de requalificação de escolas “só foi possível porque o Governo fez uma escolha política” de base.

O primeiro-ministro afirmou que “o Governo decidiu que o Quadro de Referência Nacional Estratégico (QREN) destina 37 por cento das suas verbas a educação, formação e investigação científica, mais 11 por cento do que no anterior quadro comunitário de apoio”.

Na cerimónia da assinatura dos acordos, pela Parque Escolar e pelo Programa Operacional de Valorização do Território, estiveram também presentes os ministros da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues e o ministro das Obras Públicas, Mário Lino, assim como os bastonários das ordens dos Engenheiros e dos Arquitectos.

O PREC revisto e actualizado.




Veja as diferenças...

terça-feira, 24 de junho de 2008

Cavalgando na demagogia.





Paulo Portas não pára, seja protesto de agricultores, camionistas, pescadores, lá está ele a cavalgar na onda de demagogia e do populismo, é por estas e por outras que o povo português o castigou nas últimas eleições. Por acaso já ouvi dizer, que os vendedores de gelados também vão parar, lá vamos nós assistir ao Paulo Portas de gelado em riste a culpar o governo do preço das matérias primas para os gelados.

segunda-feira, 23 de junho de 2008



Frente Ribeirinha: Projecto vê zona como um «conjunto» - CML

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, afirmou, após a apresentação do projecto de reabilitação da Frente Ribeirinha, que o plano vê, pela primeira vez, a área como um «conjunto».
O autarca considerou o plano global para aquela zona da capital de uma importância «histórica», já que «é a primeira vez que não se olha para a frente ribeirinha como se fosse uma manta de retalhos, mas como um conjunto», acrescentando que «não se pode ter 19 quilómetros de contentores, com nove quilómetros de zonas lúdicas».
Já o vereador do Urbanismo da câmara de Lisboa, Manuel Salgado, afastou o risco de especulação imobiliária naquela zona, que integra uma das grandes avenidas marginais, além da margem do rio, adiantando que estão apenas previstos equipamentos de uso colectivo e de aproveitamento dos espaços livres.
«O risco da especulação imobiliária não se coloca, porque o próprio plano define as regras com que essas ocupações devem ser feitas», garantiu.

A Frente Ribeirinha.


Frente Ribeirinha: Projecto vê zona como um «conjunto» - CML

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, afirmou, após a apresentação do projecto de reabilitação da Frente Ribeirinha, que o plano vê, pela primeira vez, a área como um «conjunto».
O autarca considerou o plano global para aquela zona da capital de uma importância «histórica», já que «é a primeira vez que não se olha para a frente ribeirinha como se fosse uma manta de retalhos, mas como um conjunto», acrescentando que «não se pode ter 19 quilómetros de contentores, com nove quilómetros de zonas lúdicas».
Já o vereador do Urbanismo da câmara de Lisboa, Manuel Salgado, afastou o risco de especulação imobiliária naquela zona, que integra uma das grandes avenidas marginais, além da margem do rio, adiantando que estão apenas previstos equipamentos de uso colectivo e de aproveitamento dos espaços livres.
«O risco da especulação imobiliária não se coloca, porque o próprio plano define as regras com que essas ocupações devem ser feitas», garantiu.