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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

As Contrapartidas do Casino de Lisboa.

O presidente da Câmara de Lisboa apresenta hoje os projectos que irão ser pagos com dinheiro proveniente do casino da capital.

A verba, que ascende a 42 milhões de euros, será entregue à Câmara de maneira faseada e destina-se a financiar projectos de requalificação no campo da cultura.Tem que ser aplicada até 2010.O teatro Capitólio, no Parque Mayer, e o pavilhão Carlos Lopes, no Parque Eduardo VII, vão ser os primeiros beneficiários das contrapartidas pagas à cidade pelo Casino de Lisboa.Para a recuperação do Capitólio, a autarquia planeia gastar 10 milhões de euros, distribuídos entre a reabilitação do edifício e os arranjos exteriores.Para o pavilhão Carlos Lopes, está reservado um milhão e 700 mil euros, com os quais serão pagas as obras do edifício e a requalificação da zona envolvente.Ainda este ano vão igualmente avançar projectos de valorização de vários jardins e miradouros, bem como a criação de percursos pedonais em diversas zonas da cidade.A Câmara de Lisboa quer ainda usar as contrapartidas do casino na construção de um elevador panorâmico que ligue a Baixa ao Castelo de São Jorge, orçamentada em cinco milhões de euros, e na recuperação da zona histórica do bairro através da limpeza de fachadas e da instalação de videovigilância.O dinheiro servirá ainda para ajudar a pagar o novo Museu dos Coches, neste caso uma obra a cargo do Governo.As verbas do casino começaram a ser entregues ao Turismo de Portugal ainda durante o mandato do anterior executivo camarário e não foram usadas até agora, porque a Câmara não tinham entregado os projectos a que está obrigada por lei.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Olha Que Dois !


Coligação CDS-PP: Telmo Correia defende com PSD em Lisboa

O deputado democrata-cristão e ex-ministro Telmo Correia defendeu hoje que seria desejável um acordo de coligação entre o PSD e o CDS-PP, aberto a independentes, para «ganhar a câmara» de Lisboa.
«Eu gostaria que essa conversa existisse e que se chegasse a um acordo», afirmou Telmo Correia, defendendo que o perfil do candidato do PSD, Pedro Santana Lopes, não inviabiliza uma aliança entre PSD e CDS-PP.
«Foi ele que liderou a câmara em coligação, liderou um governo em coligação, não acho que seja uma personalidade que exclua. Os pequenos partidos, os independentes, se calhar até não é possível e ele não quer, mas não sendo eu candidato e olhando eu como cidadão acho desejável que se fizesse esse esforço», disse, em entrevista à Agência Lusa.
O presidente da mesa da distrital do CDS-PP/Lisboa disse que «o CDS não está disposto a coligar-se numa posição de fraqueza» ou «em qualquer circunstância ou com qualquer programa» mas frisou que o acordo deve ser tentado, uma posição que já tinha manifestado ao semanário Sol, mas ainda antes de Santana Lopes ter sido apresentado como candidato oficial do PSD à autarquia da capital.
«Eu acho que se esta for a sensibilidade da estrutura local, e eu penso que existe alguma sensibilidade à partida por parte da estrutura local, não devia ser uma hipótese descartada», defendeu.
Afastando-se da corrida à capital, Telmo Correia, que foi o cabeça-de-lista do CDS-PP nas intercalares de Lisboa, em 2007, sustentou que «não faz sentido» repetir os mesmos nomes numa eventual lista própria do CDS-PP.
Questionado sobre o XXIII Congresso do CDS-PP, que decorre sábado e domingo nas Caldas da Rainha, Telmo Correia disse que espera «que saia do congresso um reagrupamento» mais do que «uma renovação».
O deputado foi o último subscritor da moção «Afirmar a Direita», entregue pela distrital de Lisboa do CDS-PP, liderada pelo deputado António Carlos Monteiro.
Assim o circo será mais animado, ou seja a demagogia e a falta de pudor politíco será noticía todos dias.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Entevista Com António Costa.

Divergências entre Cavaco e Sócrates não surpreendem”
Bruno Proença e Francisco Teixeira Diário Económico

António Costa explica as prioridades da Câmara de Lisboa para 2009, fala das eleições autárquicas, da crise e da política nacional.
António Costa, um dos mais experientes políticos no activo, número dois do PS, presidente da maior câmara do país já esperava divergências entre Cavaco e Sócrates. E, segundo diz, os portugueses também: "Quiseram ter um Presidente diferenciado do Governo com sentido institucional, com sentido de cooperação estratégica, mas que pudesse marcar uma diferença relativamente à actuação do Governo". E assim tem sido.
O Presidente pediu no discurso de Ano Novo o fim das ilusões, a verdade no discurso político e muita atenção ao endividamento externo. Como reage?Com naturalidade.
É bom haver um Presidente que traga este realismo ao Governo?Se me recordo bem da mensagem de Natal do primeiro-ministro não podia ter sido mais realista sobre o que nos espera em 2009. Não podia haver mais consonância entre os dois.
Preocupa-o a querela institucional entre Presidente e primeiro-ministro?Conhece algum português que tenha ficado apoquentado com esse tema além dos políticos e dos jornalistas? Os cidadãos têm dado provas de terem um incomensurável bom-senso, superior àquilo que os agentes políticos e jornalísticos têm revelado, logo para eles há coisas que são óbvias. O tema em causa: Presidente e Governo estão em divergência. Qual é a surpresa para qualquer português que possa haver divergência entre o Professor Cavaco e um Governo Socialista? Estou convencido que as pessoas quiseram ter um Presidente diferenciado do Governo com sentido institucional, com sentido de cooperação estratégica, mas que pudesse marcar uma diferença relativamente à actuação do Governo.
Tem defendido que o PS devia ter um candidato presidencial próprio. Manuel Alegre é um bom nome?Os eleitores já disseram que sim.
Pergunto a António Costa, número dois do PS.Não é altura para se estar a discutir candidatos presidenciais. Em relação ao Manuel Alegre a questão que se coloca terá de ser colocada bastante antes dessas eleições que é saber o que ele pretende fazer politicamente ao longo do próximo ano.
Será a grande variável que vai determinar o ano político do PS?Não. Acho que é um dado que está colocado e que deve ser esclarecido.
Conhece bem Alegre. Acredita que sairá do PS? Todos estamos preocupados quando alguém que faz parte do nosso património afectivo, da nossa história, fala em sair.A actual direcção do PS já se apresentou como a "esquerda moderna". Agora diz que é a "popular". O que mudou?Mas é por ser a esquerda moderna que é popular. O PS não ganha só em Telheiras, ganha no país. O PS não é um partido de quadros superiores com complexos de culpa como outras pequenas forças.
Vai coordenar a moção que Sócrates apresentará ao Congresso do PS. Vai conciliar na moção as ideias de Manuel Alegre?Se há característica do mandato de José Sócrates como secretário-geral do PS é a de ser o grande garante da unidade.
Sócrates abriu a porta à antecipação legislativas de forma a coloca-las no mesmo dia das Europeias. É um cenário viável?Não sei se abriu a porta... Há três actos eleitorais. Ele disse uma coisa clara que é as autárquicas não devem ser misturadas com as outras. Quanto às restantes não é um tema sobre o qual tenha reflectido e não tenho ainda uma opinião formada.
Que imagem guarda da entrevista do primeiro-ministro à SIC?A grande determinação de alguém que se bate como um leão para enfrentar a crise é vencê-la como venceu a crise financeira [orçamental] anterior. Quem viu a entrevista percebeu que há uma estratégia, uma determinação clara na sua execução e que as ideias que aparecem são credíveis e consistentes.
Mas não serão os efeitos da crise mais fortes do que essa determinação de que fala?Há uma diferença entre os políticos e os analistas políticos. Os analistas devem constatar os factos, os políticos apresentar soluções. É isso que Sócrates tem feito: identificar os problemas e encontrar soluções para os mesmos.
Esta semana Jorge Coelho levantou dúvidas às ajudas pontuais do Governo a empresas por distorcerem a concorrência. O que lhe parece?Toda a gente tem dúvidas sobre tudo. Há uma coisa sobre a qual não tenho dúvidas nenhumas, mas sim certezas: o Governo não pode ficar impassível perante empresas que são viáveis em condições normais de mercado, que são estrategicamente importantes para o país e que estão a ser apanhadas num turbilhão, no qual, o país não se pode dar ao luxo nem de perder as empresas nem os empregos gerados por essa empresas.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

A Demagogia do PSD

Lisboa: Distrital do PSD recomenda viabilização do orçamento municipal

A distrital de Lisboa do PSD recomendou aos deputados municipais que viabilizem terça-feira, abstendo-se, o orçamento da Câmara da capital para 2009, disse à Lusa o líder daquela estrutura social-democrata, Carlos Carreiras.
"O doutor António Costa o que mais queria era que o PSD lhe chumbasse o orçamento para se poder desculpar das suas incapacidades e incompetências", defendeu o presidente da distrital social-democrata.
O orçamento da autarquia lisboeta para 2009, de 643 milhões de euros, foi aprovado em reunião do executivo municipal em Dezembro com o voto contra dos vereadores sociais-democratas, o que indiciou um possível chumbo na Assembleia Municipal, onde o PSD está em maioria absoluta.
Carlos Carreiras revelou que a distrital elaborou uma recomendação à bancada do PSD na Assembleia Municipal para que os deputados se abstenham e reafirmem as críticas ao orçamento que o dirigente social-democrata considera "tecnicamente errado", "demagógico e eleitoralista", que "agravará a situação económico-financeira da cidade".
Contactado pela Lusa, o líder da bancada do PSD, Saldanha Serra, escusou-se a avançar o sentido de voto dos deputados, alegando que o grupo municipal ainda vai reunir-se antes do plenário da Assembleia para concertar uma posição final.
O líder da distrital contesta o orçamento, que, defende, assenta num "aumento brutal de receitas", nomeadamente Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e Imposto Municipal sobre Transacções (IMT), bem como da participação em empresas municipais.
Carlos Carreiras sublinhou igualmente que o orçamento "aumenta as despesas", embora, refira, apenas 30 por cento seja um aumento de despesas de investimento e os restantes 70 por cento sejam despesas correntes.
"Vão cumprir as despesas porque é um ano eleitoral, o que vai agravar a situação financeira da Câmara", afirmou, considerando que desde que o actual executivo tomou posse "a situação financeira está pior ou igual".
Carlos Carreiras contesta os números do pagamento da dívida da autarquia que foram divulgados pelo presidente da Câmara, segundo os quais a autarquia já tinha pago 180 milhões de euros de dívidas.
"Esses 180 milhões são contratos de `factoring` com grandes credores, muito mais caros que um contrato de funcionamento. O doutor António Costa diz que já pagou 180 milhões de euros de dívidas, mas não pagou nada", argumentou.
O líder da distrital insistiu que a situação financeira do município "não decorre da gestão PSD, o PSD já a recebeu e minorou-a".
Durante o mandato de Pedro Santana Lopes, candidato social-democrata às eleições autárquicas, os partidos de esquerda na Assembleia Municipal chumbaram um orçamento, vendo-se o então presidente de Câmara obrigado a governar com duodécimos.
ACL.
Lusa/Fim.


Esta é posição actual deste PSD, isto cheira-me que já tem a mão de Pedro Santana Lopes, e amanhã logo se verá?

sábado, 3 de janeiro de 2009

Moralização da Gelabis

Gebalis contrata João Nabais e exige indemnização a ex-gestores

Empresa municipal quer ir além da acusação do Ministério Público
A Gebalis, empresa municipal responsável pela gestão dos bairros camarários de Lisboa, quer ver três dos seus ex-administradores responsabilizados por gestão danosa e pretende ser ressarcida com 5,9 milhões de euros. O conhecido advogado João Nabais foi contratado pela actual administração e já avançou com uma acção cível, da qual decorre este pedido de indemnização."Ninguém compreenderia que, perante os factos e situações que viemos a ter conhecimento na sequência da auditoria interna realizada pela câmara, a actual administração nada fizesse ou não pedisse responsabilidades", disse ao DN Luís Marques dos Santos, actual presidente da da Gebalis. A auditoria interna, de 2007, recomendava já a reposição aos ex-gestores de "verbas não justificadas". Francisco Ribeiro, Clara Rocha e Mário Peças foram constituídos arguidos pelo Ministério Público por suspeita da prática dos crimes de peculato e administração danosa, entre Março de 2006 e Outubro de 2007. Mário Peças recusou prestar declarações ao DN sobre o pedido de indemnização. Francisco Ribeiro limitou-se a afirmar que aguarda "o decurso normal do processo judicial" e que "os tribunais vão resolver o assunto". Tudo indica que as audiências dos interessados sejam marcadas para os primeiros meses deste ano. Após esta diligência, o juiz decidirá se haverá lugar a julgamento ou a arquivamento. A Gebalis, além de se ter constituído assistente no processo, pede agora através desta acção judicial movida por Nabais uma choruda indemnização aos ex-gestores. "É o bom nome da empresa que está em causa, bem como a sua imagem junto da população. Não têm sido raras as vezes em que os nossos funcionários ouvem acusações dos moradores, sobre a inoperância da empresa ligada aos gastos supérfluos", sublinha o presidente da Gebalis. Francisco Ribeiro e Clara Costa foram nomeados sob a tutela de Maria José Nogueira Pinto na Habitação Social. Mário Peças (ligado ao PS) transitou de anteriores administrações. Além das acusações que sobre eles impendem, resultantes do trabalho da equipa de Maria José Morgado, os três ex-gestores são agora acusados, segundo a acção cível que o CM cita, de terem gasto dinheiros públicos "a seu bel-prazer, sem qualquer critério e num quadro de uma gestão desadequada, imprudente e descontrolada", apesar de conhecerem a situação deficitária e crítica em que a Gebalis se encontrava na altura em que tomaram posse.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Como Se Faz Uma Noticía Para Vender Jornais.

Lisboa: Eleitos do PS reúnem-se a 5 de Janeiro para delinear estratégia
Costa prepara equipa para 2009
Dia de Reis (5 de Janeiro) será o de todas as decisões na Câmara de Lisboa (CML). António Costa convocou todos os vereadores socialistas e respectivos adjuntos para uma reunião no Palácio da Mitra. O presidente da CML pretende delinear a estratégia a seguir num ano em que o actual executivo camarário, sujeito a alguns ajustes, enfrenta eleições autárquicas.
Fonte do gabinete de António Costa desvalorizou o encontro da maioria socialista. "Todas as segundas-feiras os vereadores do PS se reúnem para preparar a semana, esta reunião poderá ser mais longa porque se inicia um novo ano, mas não há nada de mais", disse ao CM. Sobre o facto de nos pontos da agenda constar a estratégia a adoptar pelo Executivo num ano em que têm lugar eleições autárquicas, a fonte afirmou que "o executivo camarário trata da actividade da Câmara e não das autárquicas".
Para defrontar a corrida a Lisboa com o candidato do PSD, Santana Lopes, o CM sabe que António Costa vai fazer alguns ajustes na equipa eleita em 2007, com a certeza de que o vereador Cardoso da Silva, que tutela a pasta das Finanças, ficará de fora. O responsável já admitiu ao CM que uma recandidatura não faz parte das suas intenções. No que se refere a Rosália Vargas, responsável pela Cultura, as dúvidas persistem. Apesar de ser dada como vereadora fora do baralho, a própria alimenta a confusão. "Há muita coisa que se diz sem fundamento", disse ao CM. "Mas ainda é cedo para falar seja do que for", acrescentou logo de seguida.
SANTANA MANTÉM SILÊNCIO
Pedro Santana Lopes recusa levantar o véu em relação às iniciativas que reserva para o início do novo ano no âmbito da candidatura a Lisboa nas autárquicas de 2009 pelo PSD. "Tenho coisas pensadas mas ainda não quero falar", repetiu o candidato ao CM.
De momento, Santana Lopes apenas se pronuncia para desmentir as notícias que indicam que terá convidado o publicitário brasileiro Duda Mendonça para ser responsável pela campanha a Lisboa, e outras que referem que o ex-primeiro-ministro já terá entrado em contacto com agências de comunicação para esse efeito."Ainda não entrei nessa área. Tenho algumas ideias em relação a essa matéria, mas ainda não fiz quaisquer contactos, nem tomei qualquer decisão. Essas notícias não têm fundamento", garantiu.

A única noticía que interessa ler, é que Santana Lopes não comenta, é que aquele homem irrita-me os tímpanos.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Agência de Comunicação Já Existe.

Campanha de Santana a Lisboa vai ter 'marketing' "nacional"

O PSD define estratégia de comunicaçãoDesmentida contratação de publicitário brasileiro ligado ao 'mensalão'O marketing da campanha de Pedro Santana Lopes às autárquicas de Lisboa será assegurado por profissionais portugueses. Uma garantia afirmada ontem ao DN por fonte próxima do candidato, que desmentiu assim a contratação do publicitário brasileiro Duda Mendonça para a corrida à câmara da capital, em 2009. Duda Mendonça é um dos mais importantes publicitários brasileiros, um nome que em 2005 acabou envolvido no escândalo do "mensalão". A notícia de um alegado contrato é avançada na última edição da revista brasileira Veja. "O ex-primeiro-ministro de Portugal Pedro Santana Lopes convidou Duda Mendonça para ser o marqueteiro da sua campanha", refere a publicação. "Não há qualquer convite, nem haverá", contrapõe a mesma fonte. Que, ressalvando que a questão do marketing ainda não foi discutida entre os sociais-democratas, aponta mais para a contratação de profissionais de comunicação a título individual. Ou seja, não estará nos planos de Santana contratar uma agência de comunicação - mas mesmo que isso venha a suceder, será "sempre portuguesa". Uma opção bem diferente da que foi feita nas eleições autárquicas de 2001, que levaram Santana Lopes à presidência da Câmara de Lisboa. A "moda" dos especialistas brasileiros em marketing eleitoral tinha começado em 1995, com a candidatura socialista de António Guterres a contratar Edson Athaíde para definir a estratégia de propaganda do partido. Em 2001, também Santana escolhe um publicitário vindo do outro lado do Atlântico - a campanha autárquica para a capital foi então desenhada pelo brasileiro Einhart da Paz, especialista em marketing político que antes já trabalhara com vários dirigentes europeus, depois de ter participado na campanha de reeleição de Fernando Henrique Cardoso. Santana viria a ganhar as eleições por uma margem de cerca de 700 votos. O mesmo nome viria a definir a propaganda eleitoral do PSD nas legislativas de 2002 - que elegeram o social-democrata Durão Barroso para São Bento. E, três anos depois, após a demissão do governo de coligação PSD/CDS decretada por Jorge Sampaio, o publicitário voltou a trabalhar directamente com o então candidato a primeiro-ministro Pedro Santana Lopes, nas legislativas de Fevereiro de 2005. Uma campanha que ganhou um traço indelével de Einhart da Paz - o hino Um Homem Também Chora, que relatava a história de um menino guerreiro, e que acompanhava a entrada nos comícios de Pedro Santana Lopes. A passagem do 'marqueteiro' (entretanto regressado ao Brasil) por Portugal acabaria, no entanto, envolta em polémica, com os contratos estabelecidos pelo publicitário com o município de Lisboa a ficarem sob a mira do Ministério Público.

É a crise, já não há dinheiro para contratar os brsileiros, a D.Manuela quer o produto nacinaonal, vamos ver se são capazes de promover, aquilo que é inpromovivél.

sábado, 20 de dezembro de 2008

PS Lisboa

CAMPANHA NEGRA

O PSD anunciou aquilo que já se sabia: Santana Lopes é candidato à Câmara de Lisboa. Com esta escolha Ferreira Leite revela uma enorme fragilidade, trata-se de uma escolha requentada, uma escolha de alguém que já cá esteve e deixou um lastro de confusões urbanísticas, trapalhadas e dívidas. Mas cada um escolhe quem quer, ou pode.
A marca mais recente que nos podemos recordar de Santana Lopes remonta às últimas campanhas eleitorais em que participou, marcadas por um conjunto de ataques e insinuações pessoais, algumas delas ultrapassando as marcas da decência competitiva. Ainda é possível recordar a malévola onda de debates lançados contra Sócrates, sugerindo determinados comportamentos sexuais, sempre acompanhados daqueles cartazes com a cara de Sócrates a preto e branco, apresentando-o como alguém detentor de uma vida dupla. Depois deste, surgiram outros cartazes com as imagens de outros dirigentes do PS à época. Também na campanha interna para a liderança, Santana Lopes não foi particularmente meigo com Ferreira Leite…
Curiosamente, a escassos dias do anúncio da sua candidatura, vimos surgir no Marquês de Pombal um asqueroso outdoor, com a imagem da pessoa honrada que é Ana Sara Brito, com as mais torpes insinuações. Era de adivinhar, “ mal se cheira a Santana, logo surgem as campanhas difamatórias”. As pessoas já demonstraram não alinhar com este género de estar na política, mas António Costa que se cuide, os boatos sobre ele vão começar a aparecer…

Miguel Coelho

Será que este Homem Não Se Enxerga ?

Programa de candidatura à CML
Santana quer mais túneis e repovoar o centro de Lisboa

Santana Lopes já tem alinhavado o seu programa de candidatura à Câmara de Lisboa, que integra várias ideias do passado, como a recuperação do Terreiro do Paço para os lisboetas e o comércio citadino, mas inclui algumas novidades, como uma rede de túneis atravessando a capital. O SOL antecipa algumas ‘deixas’...
Santana vai recuperar muitas das bandeiras que apresentou há sete anos para a capital e, ao que o SOL apurou junto de fonte próxima do candidato, entre as suas prioridades vão estar a reabilitação e o repovoamento de Lisboa e ainda a reestruturação do sistema viário e rodoviário (leia-se, entre outros projectos, mais túneis).
Desde que chegou a acordo com a líder do PSD sobre a sua candidatura, há mais de dois meses, Santana não esteve parado a aguardar pelo anúncio oficial e deitou logo mãos à obra.
Uma das suas ideias-chave é prosseguir com o desnivelamento dos eixos principais da cidade, como sucedeu com o Marquês de Pombal. Mais túneis, sim, ainda que de menores dimensões e sem a complexidade da obra que ficou a marcar a sua anterior passagem pela presidência da Câmara da capital
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sol

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Mais do Mesmo.

Vai ser uma disputa por Lisboa interessante por Lisboa a melogamia o populismo de PSL e as malfeitorias feitas.Para além do estrangulamento financeiro que PSL deixou Lisboa que ainda hoje a câmara está a pagar divídas deixadas , espero que os Lisboetas não tenham curta memória.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Afinal as Greves Preventivas Valem a Pena.


Entendimento entre Câmara e sindicatos
Pausa no conflito do lixo em Lisboa

O pré-aviso de greve de trabalhadores da Câmara Municipal de Lisboa (CML) na recolha de lixo nos dias 26 a 28 de Dezembro deverá ser levantado nos plenários sindicais de quarta e quinta-feira próximas.
Hoje, segunda-feira, na sequência de uma reunião com o Presidente da Câmara, António Costa, e os vereadores José Sá Fernandes e Cardoso da Silva, as direcções dos sindicatos dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML) e dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) consideraram "positiva a evolução das negociações". Por isso, vão defender uma "reapreciação" do pré-aviso.
A eventual suspensão da forma de luta evitará que se repita o ocorrido na semana passada: uma cidade pejada de sacos de lixos, com contentores a abarrotar e passeios semiobstruídos.
Na reunião (o primeiro acto formal do vereador Sá Fernandes como responsável pelo pelouro de Higiene Urbana), a autarquia assumiu o "compromisso" de apresentar aos sindicatos, no dia 9 de Janeiro, um estudo de uma direcção municipal sobre a lavagem e a varredura em zonas de Lisboa.
Em causa está transferência para uma empresa privada (em regime de 'outsorcing') da limpeza da Baixa. Por outro lado, a CML pretende que a freguesia dos Olivais fique atribuída à empresa privada que tem a cargo o Parque das Nações.
Na sequência do entendimento celebrado hoje, a Câmara vai apresentar em Janeiro um conjunto de medidas concretas: para preenchimento de 50 vagas de cantoneiros (já anunciado anteriormente); para melhoria das condições de trabalho dos funcionários; e de reforço dos meios materiais na higiene e limpeza urbanas.
Esta era uma exigência dos sindicatos, que criticavam a afectação de meios para pagamento a uma entidade terceira em detrimento de investimentos na logística dos serviços camarários.
Para a reunião de 9 de Janeiro, Sá Fernandes "aposta no diálogo.
Expresso on line
Afinal as "greves preventivas" tão ao gosto dos sindicatos ligados à Intersindical valem a pena. Sem qualquer sensabilidade para com os habitantes da cidade e a inresponsabilidade demostrada pelos sindicatos. Quando vamos ter sindicatos responsaveis e actulizados com as realidades actuais do país e do Mundo ?

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

A Prova da Má Fé dos Sindicatos Ligados à Intersindical

Lisboa/Lixo:António Costa revela ter recebido hoje pré-aviso de greve para 26, 27 e 28 de Dezembro
O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), lamentou hoje ter recebido um pré-aviso de greve dos trabalhadores da Higiene Urbana para os dias 26, 27 e 28 de Dezembro.
"A única coisa que vi foi um pré-aviso de greve para os dias 26, 27 e 28 de Dezembro. Não vi qualquer abertura para o diálogo", revelou António Costa aos jornalistas, à margem da Assembleia Municipal.
O autarca revelou ter recebido hoje este pré-aviso de greve quando questionado pelos jornalistas sobre a posição que os sindicatos que representam os trabalhadores assumiram em conferência de imprensa.
ACL.
Lusa/Fim
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sábado, 20 de setembro de 2008

Podemos Contar com António Costa.


Autárquicas/Lisboa: António Costa disponível para recandidatura em 2009 para "mandato de fundo"

O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, manifestou hoje o desejo de se recandidatar pelo PS a mais um mandato na liderança da autarquia nas eleições autárquicas de 2009.
"Isso é óbvio [recandidatura]. Não me ia meter nisto por dois anos se não tivesse em vista que este mandato só faz sentido como um mandato para arrumar a casa e preparar o mandato de fundo de pelo menos mais quatro anos", disse, em declarações à Agência Lusa, à margem da XXV Assembleia Geral da União das Cidades Capitais de Luso-Afro-Américo-Asiáticas (UCCLA), que hoje decorreu em Maputo.
O ex-ministro de Estado e da Administração Interna de José Sócrates foi eleito a 15 de Julho de 2007 para a presidência da Câmara de Lisboa em eleições intercalares, provocada pela queda do executivo municipal liderado por Carmona Rodrigues, depois de o ex-presidente ter sido constituído arguido no caso Bragaparques.
Durante o período de campanha eleitoral que antecedeu o escrutínio intercalar de 15 de Julho, António Costa tinha já afirmado a sua disponibilidade para um projecto "de médio-prazo" na liderança da autarquia.

lusa

sábado, 21 de junho de 2008