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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Finalmente !


Frente Ribeirinha: Transferência terrenos para Câmara de Lisboa concluída na próxima semana.


O processo de transferência dos terrenos sob jurisdição do Porto de Lisboa para a tutela da Câmara da capital será concluído na próxima semana, disse hoje à Lusa a secretaria de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino.
A transferência será concluída com a aprovação em reunião de Conselho de Ministros no dia 3 de Setembro.
A última fase do processo, iniciado há cerca de um ano e meio, passou pela identificação das compensações que a Câmara terá que pagar à Administração do Porto de Lisboa (APL), que não se referem ao valor dos terrenos, mas de investimentos realizados pelo Porto naquele território
.

sábado, 9 de maio de 2009

O projecto para o novo Terreiro do Paço já está pronto.


Desenho do arquitecto Bruno Soares
Novas imagens do futuro Terreiro do Paço já foram apresentadas
.
É uma praça cor de terra, com losangos, aquela que o arquitecto Bruno Soares desenhou para a Sociedade Frente Tejo e apresentou à Câmara de Lisboa para a renovação do Terreiro do Paço.O projecto foi hoje finalmente dado a conhecer, depois de ter sido mantido em segredo durante mais de um mês, e inclui um substancial alargamento dos passeios e grandes restrições à circulação automóvel. A calçada à portuguesa desaparece do local, enquanto o Cais das Colunas surge transformado numa plataforma circular.Até ao final do séc. XIX, o Terreiro do Paço não estava pavimentado: era, como o nome indica, uma praça de terra. Foi essa memória que Bruno Soares quis manter no trabalho que desenvolveu para a Sociedade Frente Tejo. A cor das fachadas dos edifícios mantém-se igual. Depois há um corredor de pedra que marca o caminho entre o arco da Rua Augusta e o rio - e que tem sido até agora, nas apresentações restritas que o arquitecto tem feito do seu projecto, o aspecto mais contestado. Há quem diga que divide desnecessariamente a praça ao meio. “Isto não é nenhuma passadeira esquisita. É um passeio em pedra em direcção ao Cais das Colunas”, disse hoje Bruno Soares em defesa da sua dama. Alargados, os passeios laterais da praça servirão para albergar esplanadas. Ali, o pavimento será de lioz e terá desenhadas umas linhas desencontradas que correspondem às rotas de navegação dos portugueses no séc. XVI tal como aparecem nas cartas da época. Para os peões há boas notícias: de acordo com os dados fornecidos ontem, a área destinada à circulação automóvel passará dos actuais 40 por cento da praça para 11%. Se for por diante o novo plano de circulação rodoviária gizado pela Câmara de Lisboa, os veículos particulares apenas poderão circular paralelamente ao rio, ou seja, no troço entre a Av. Infante D. Henrique e a Av. da Ribeira das Naus, ficando proibidos de aceder ao Terreiro do Paço pelas perpendiculares ao Tejo, nomeadamente pela Rua da Prata. E mesmo aqui com restrições de velocidade. As cinco faixas de rodagem que hoje existem na Ribeira das Naus serão reduzidas a duas. Os transportes públicos serão desviados para a Rua do Arsenal e para a Rua da Alfândega, por forma a não cruzarem a praça. Os únicos veículos que serão autorizados a parar nela serão os eléctricos. A remodelação do Terreiro do Paço tem de ficar pronta a tempo das comemorações do centenário da República, que se realizam em Outubro do ano que vem. E embora o projecto ontem apresentado seja aquele que, em princípio, irá por diante, ele poderá vir incorporar sugestões ou alterações sugeridas por todos aqueles que quiserem participar neste debate. Os desenhos serão colocados no site da Sociedade Frente Tejo a partir do próximo dia 12. O presidente desta entidade, o arquitecto Biencard Cruz, comprometeu-se ontem a “promover o envolvimento dos cidadãos” - “porque a praça é de todos, e não apenas dos especialistas” em urbanismo e arquitectura. Bruno Soares explicou que os 3,5 hectares da Praça do Comércio - um tamanho bem maior do que o de outras praças de referência europeias, como a Plaza Mayor, em Madrid, ou a praça central de Bruxelas - não permitem criar no seu centro, desabrigado e exposto ao Tejo, uma zona de estar. Por isso é que as esplanadas foram remetidas para debaixo das arcadas e respectivos passeios adjacentes. Orçada em 8,5 milhões - verba que inclui a consolidação do torreão poente -, a reabilitação da praça inclui a alteração da iluminação nocturna.Sobreelevação da placa central pode prejudicar vistas dos transeuntesQuem olha para as imagens divulgadas hoje não se apercebe do pormenor. Só usando a lupa no computador se conseguem ver os degraus entre a parte da placa central da Praça do Comércio mais próxima do rio e a estrada que corre paralela ao Tejo. Especialista em urbanismo, a vereadora da Câmara de Lisboa Margarida Saavedra, do PSD, teme que a sobreelevação da praça do lado sul seja o principal problema deste projecto. É que essa sobreelevação terá perto de um metro de altura - o que, no seu entender, poderá prejudicar as vistas da praça de todos os que dela se aproximarem vindos do lado do Cais do Sodré, do lado de Santa Apolónia ou mesmo do rio,porque ficarão num plano mais baixo. “Com a criação desta barreira, a comunhão que existe entre a cidade e o rio desfaz-se”, avisa a autarca. “Enquanto este aspecto não for devidamente explicado pela Sociedade Frente Tejo tenho as maiores dúvidas sobre esta intervenção prevista no Terreiro do Paço”. Na apresentação do projecto que fez hoje, o seu autor, o arquitecto Bruno Soares, disse que o cais das colunas ficará 75 centímetros mais baixo do que a plataforma central do Terreiro do Paço. “Na zona em que surge sobreelevada a placa central ficará ao nível da cintura do peão”, refere a vereadora do PSD, que diz já ter pedido explicações a Bruno Soares. “E quem ali passa de carro também verá as suas vistas comprometidas. Tal como quem chega de cacilheiro ou nos navios de cruzeiro”. Neste momento, a praça não é propriamente plana - apresenta-se abaulada nas laterais -, mas a sua placa central não tem quaisquer desníveis ou degraus. “Asobreelevação cria, sobretudo junto aos torreões do Terreiro do Paço, uma perspectiva totalmente diferente da que existe hoje”, repete a vereadora. Sobreeelevada, desta vez em relação à placa central, vai ficar também a estátua de D. José: Bruno Soares desenhou três degraus que a fazem destacar-se do chão.O projecto - incluindo as restrições ao trânsito a ele associadas - deverá ser discutido ainda este mês na Câmara de Lisboa. Mas o parecer da autarquia não é vinculativo, uma vez que se trata de uma obra a cargo da administração central. “Queremos que os peões prevaleçam sobre o automóvel”, disse ontem Bruno Soares. “Entre Santa Apolónia e a 24 de Julho vai ter de se andar devagar.
Público

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Finalmente a Gebalis a funcionar


131 casas devolutas recuperadas pela Gebalis até Outubro


A empresa que gere os bairros municipais (Gebalis) deverá concluir até Outubro a recuperação dos 131 fogos devolutos abrangidos pelo protocolo assinado com a autarquia e que representa um investimento de 1,9 milhões de euros.
De acordo com a vereadora da Habitação e Acção Social da Câmara de Lisboa, Ana Sara Brito, "parte destes fogos serão para realojar as famílias que vivem na encosta do Bairro da Liberdade e os artistas de circo que vivem na Quinta de S. Lourenço, em Carnide, onde vai ser construído um centro de saúde".


Ana Sara Brito falava durante uma visita ao Bairro das Furnas, em São Domingos de Benfica, onde a Gebalis investiu este ano mais de 55 mil euros em obras de recuperação dos espaços exteriores e construção de zonas para estacionamento.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Vamos ver até aonde chega a cegueira política do PSD na AML


CML: Chumbar reabilitação é «cegueira política», diz Costa

O presidente da Câmara de Lisboa (PS) considerou hoje que se o PSD chumbar na Assembleia Municipal o empréstimo de 120 milhões para as acções prioritárias de reabilitação urbana será por «cegueira política».
«Será por pura cegueira política e uma vez que se trata de um plano de acções a quatro anos, significa que também não tem esperança de ficar à frente da autarquia nas próximas eleições», afirmou António Costa no final da sessão de apresentação do plano de acções prioritário na área da reabilitação urbana.
Comentando os votos contra dos vereadores social-democratas na reunião de câmara que aprovou a contratação do empréstimo, António Costa disse ter ficado «surpreendido».
«Fiquei muito surpreendido até porque em declarações recentes a líder do PSD Manuela Ferreira Leite defendeu que a melhor forma de estimular a economia é apoiar as pequenas empresas. A maior parte das acções programadas são obras indicadas para pequenas empresas», sustentou.
O presidente da Câmara de Lisboa sublinhou ainda que este empréstimo «é mais urgente do que nunca sobretudo para acabar com muitas das obras lançadas pelo PSD no passado e sem qualquer financiamento garantido».
Costa referia-se às mega empreitadas lançadas em 2004 em vários bairros históricos da capital e muitas paradas há três anos por incumprimento dos contratos assumidos pela Câmara.
Diário Digital / Lusa

quinta-feira, 16 de abril de 2009

E é para isto que volta a candidatar-se?

Lisboa
Costa pede desculpa por obras inacabadas de Santana Lopes


O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), pediu hoje desculpa pelo atraso na conclusão de empreitadas lançadas durante a presidência de Pedro Santana Lopes, considerando que são uma «lição do que não pode acontecer no futuro»
António Costa entregou hoje as chaves às oito famílias residentes nos números 28 a 36 da Rua do Recolhimento, no Castelo, após a realização de obras coercivas pela autarquia.
Estas obras inserem-se nas mega-empreitadas de reabilitação urbana lançadas em 2003 e 2004, em bairros históricos como o Castelo e Alfama, muitas das quais paradas há vários anos por falta de verbas.
«Começo por pedir desculpa pela demora que tiveram que passar e pela forma como o processo decorreu. Não era eu o presidente da Câmara, mas acho que o presidente da Câmara deve ser e é responsável pelo que aconteceu ao longo dos anos» , disse António Costa, dirigindo-se aos moradores que receberam hoje as chaves para regressarem às suas casas.
Sem nunca mencionar o nome do antigo presidente da Câmara e actual candidato do PSD à autarquia Pedro Santana Lopes, Costa afirmou que «o que aconteceu deve ser uma lição do que não pode acontecer no futuro».
Segundo o autarca, as empreitadas foram lançadas «sem projecto», e sem que a autarquia tivesse os «meios para o fazer».
O resultado, sublinhou António Costa, foram empreiteiros que faliram, obras paradas e centenas de pessoas realojadas, realojamentos que custam à autarquia um milhão de euros anualmente.
Em ano e meio, a Câmara resolveu 72 dessas situações, permanecendo ainda por concluir as obras em fogos onde residiam cerca de 180 agregados familiares.
«As obras não podem ser só slogans, em cartazes muito bonitos, têm que ter um princípio, um meio e um fim» , declarou.
Para finalizar as empreitadas lançadas em 2003 e 2004, o presidente da Câmara considera que «é muito importante que a Assembleia Municipal possa aprovar o programa» de reabilitação urbana que passa pela contratação de um empréstimo de 120 milhões de euros.
O empréstimo foi aprovado em Câmara, mas os vereadores do PSD votaram contra, o que indicia um possível chumbo na Assembleia Municipal, onde os sociais-democratas têm maioria.
«Tenho muita confiança e muita esperança que, tal como aconteceu na Câmara, a Assembleia Municipal venha a viabilizar este programa» , disse.
Para António Costa, o empréstimo é não só necessário para concretizar o programa de reabilitação urbana, como constitui uma oportunidade de «reanimar a economia», ao impulsionar as pequenas e médias empresas de construção civil e criar emprego.
Lusa / SOL

E ainda tem o descaramento de se candidatar depois do mal que fez a Lisboa. Devia ter vergolha.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Blog do Não outra vez...

Este blog destina-se a denunciar os autênticos atentados à Lisboa e a sua população feita pela gerência do "homem que anda sempre por aí " mas não faz nada, só polítiquice barata, e populismo do mais baixo.

Camaradas, não tenho a honra de vos apresentar, por dele estamos fartos: Pedro Santana Lopes.

Link para o blog: www.outravezno.blogspot.com

quinta-feira, 9 de abril de 2009

O PSD quer sujar Lisboa, que diz amar tanto.




Política

PSD não aceita ultimato de Sá Fernandes por causa de cartaz

Já começou a «guerra dos cartazes» com propaganda eleitoral. O PSD afirma ter sido notificado pelo vereador José Sá Fernandes para retirar o cartaz de Manuela Ferreira Leite, que foi colocado na praça do Marquês de Pombal. À TSF, o deputado social-democrata Agostinho Branquinho já garantiu que o cartaz não vai ser retirado.
O PSD não aceita o ultimato do vereador José Sá Fernandes para retirar um cartaz de Manuela Ferreira Leite, que está colocado na praça Marquês do Pombal.
Contactado pela TSF, o deputado social-democrata, Agostinho Branquinho, disse que o gabinete de campanha do PSD foi notificado por carta pelo vereador da câmara de Lisboa para retirar o cartaz nas próximas 48 horas.
Agostinho Branquinho denúncia, por isso, o que considera ser uma dualidade de critérios.
«Há dois anos atrás, quando era candidato pelo Bloco de Esquerda, colocou em todo o lado e também no Marquês de Pombal um cartaz a dizer que o Zé faz falta. Dois anos depois, já se rendeu ao socialismo de duas caras e ao Zé o que faz falta é respeitar a lei e perceber que as campanhas eleitorais têm este incomodo, que é partidos políticos poderem fazer comunicação política», sublinhou.
Agostinho Branquinho garante deste modo que «o PSD não vai retirar o cartaz» e referiu que «já apresentou, esta manhã, queixa à Comissão Nacional de Eleições sobre este comportamento abusivo e anti-democrático de José Sá Fernandes».
Num ano em que vão realizar-se três eleições, o vereador dos espaços públicos da Câmara Municipal de Lisboa escreveu aos partidos políticos apelando à não colocação de cartazes na zona do Marquês de Pombal e na Avenida da Liberdade, alegando que iriam prejudicar a estética dos locais.
Mas Agostinho Branquinho assegura que o PSD vai reger-se apenas pela Lei.
«A legislação é clara no que diz respeito à possibilidade de todos os partidos políticos poderem colocar cartazes excepto em zonas que sejam monumentos nacionais ou que prejudiquem a mobilidade de pessoas e viaturas, o que não é o caso», defendeu o deputado social-democrata.
«E mesmo quando não se pode colocar, o que a legislação diz é que os partidos têm 15 dias para retirar o cartaz», concluiu.
TSF

sábado, 4 de abril de 2009

PCP está a dar espaço à direita.

CDU de Lisboa recusa coligação pré-eleitoral com PS

A CDU Lisboa afastou, este sábado, a possibilidade de qualquer coligação pré-eleitoral com o PS que «virou completamente à direita», segundo Carlos Chaparro, da Direcção da Organização Regional de Lisboa do PCP.
O responsável disse à agência Lusa, após um debate da CDU de Lisboa, que os «históricos do PS deviam em primeiro lugar colocar o PS à esquerda», reportando-se a uma noticia do semanário Expresso deste sábado, segundo a qual vários socialistas apoiam uma única candidatura à esquerda. «O problema de fundo parte das políticas feitas, que na nossa perspectiva, em relação ao país são completamente à direita, de tal forma que o PS ocupou o espaço do PSD e portanto as dificuldades do PSD derivam exactamente disso», considerou. Partindo da análise quer às políticas nacionais, quer para a cidade de Lisboa, a CDU notou não haver condições para «uma coligação pré-eleitoral dos partidos ditos de esquerda», acrescentou o comunista. «Entendemos as preocupações e apelos, mas a análise tem de ser feita em torno das políticas concretas e não naquilo que os partidos dizem que são. O PS não é por dizer agora que virou à esquerda que passou a ser de esquerda», argumentou Carlos Chaparro.


Tsf

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Desminta agora sr. deputado municipal!




Sr.Deputado municipal Saldanha Sanches agora desminta que não é fervoroso adepto de Pedro Santana Lopes? Agora desminta que não recebe indicações do candidato?

Reabilitação urbana de Lisboa pela CML.


Para reabilitação urbanaLisboa quer pedir 120 milhões

A Câmara de Lisboa pretende aprovar na próxima semana um pedido de empréstimo de 120 milhões de euros para reabilitação urbana, num projecto que vai abranger 585 edifícios, num total de 4.340 fogos.
O empréstimo foi discutido ontem à noite, na Reunião Pública Descentralizada da Câmara Municipal de Lisboa (CML), que teve como ponto único a audição de munícipes.
No final da reunião, o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, explicou que o empréstimo está a ser negociado há mais de um ano, através do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IRU), e será em parte concedido pelo Banco Europeu de Investimento.
'O empréstimo é de um montante de 60 milhões de euros e tem de ter depois um outro empréstimo de uma contrapartida nacional, que será contratado directamente pela Câmara com a banca'.
O arquitecto salientou que o empréstimo tem 'a particularidade importante' de não se reflectir no endividamento municipal. 'É, portanto, uma área onde a CML pode fazer investimento sem que isso ponha em causa a sua capacidade de crédito', sustentou o vereador, acrescentando que o parque urbano dos bairros históricos está num 'estado caótico'.
Manuel Salgado adiantou que o empréstimo se destina essencialmente à habitação, mas também espaços públicos e equipamentos. 'A habitação representa 47 milhões de euros, a reabilitação de edifícios e equipamentos 37 milhões e a reabilitação de espaços comuns, infra-estruturas e arranjos exteriores outros 35 milhões', especificou.

CM
Vamos ver qual será a posição do PSD/Lisboa, na sua estratégia do "bota a baixo" . Tenho a sensação que a polítiquice do PSD vai-se sobrepor às necessidades da cidade.

terça-feira, 31 de março de 2009

Não valia a pena fazer greves "preventivas" por parte da CGTP (PCP)


Câmara de Lisboa lança campanha de limpeza da cidade e contrata mais 120 cantoneiros

A contratação de 120 novos cantoneiros e a divulgação de anúncios de sensibilização para a limpeza da cidade são duas facetas de uma campanha ambiental de oito milhões de euros que a Câmara Municipal de Lisboa apresenta hoje."Há onze anos que não se fazia uma campanha de sensibilização sobre esta matéria em Lisboa e tenho esperança nos resultados", disse o vereador com o pelouro do Ambiente, José Sá Fernandes, a propósito da campanha "Lisboa Limpa", que vai passar nos principais canais de TV e Rádio, imprensa escrita e na rede Multibanco. Em paralelo, vão decorrer acções de sensibilização em cerca de 200 escolas, dirigidas a mais de 50 mil alunos, docentes e auxiliares de acção educativa. "As pessoas têm de se habituar a não deitar as beatas para o chão, a não grafitar as paredes e a participar na recolha selectiva do lixo", disse o vereador, reconhecendo que "muitos cidadãos continuam a fazer dos ecopontos autênticas lixeiras, pois deixam os sacos de lixo orgânico ao lado dos contentores, talvez apenas por preguiça". A campanha insere-se no Plano de Intervenção de Limpeza Urbana e prevê "a contratação de 120 novos cantoneiros e a aquisição de 80 novos veículos (carros de recolha, lavadoras, varredoras, viaturas de apoio à limpeza, viaturas de tracção eléctrica, de remoção e de compressão, etc), alguns movidos a energias não poluentes e mais silenciosos", informa um comunicado do gabinete de Sá Fernandes. "Serão igualmente adquiridos 40 sopradores, dez aspiradores, além de mil papeleiras com cinzeiros e 14 mil contentores", esclarece o documento. O Plano apresentado pelo vereador contempla ainda "o alargamento das áreas de excelência na zona histórica da cidade e a expansão da recolha selectiva porta-a-porta a dez novas áreas de intervenção". De acordo com o vereador da Câmara Municipal de Lisboa (CML), alguns dos locais mais problemáticos são "a Mouraria, onde as operações de limpeza começaram a semana passada, o Bairro Alto e a Baixa lisboeta". O Centro Comercial do Martim Moniz é outro ponto crítico, "sobretudo pela acumulação de caixas vazias" provenientes das lojas. O início oficial da campanha está marcado para hoje, às 22h00, na Garagem Municipal Olivais III, e terá a presença do presidente da autarquia, António Costa, e de Sá Fernandes. Também irão comparecer na sessão cantoneiros da CML, alguns deles participantes no anúncio televisivo, que será apresentado na mesma ocasião. Diariamente, 1800 funcionários dos serviços de limpeza da CML recolhem 900 mil quilos de lixo, colocados em 17 mil contentores e 1500 ecopontos.

Lusa

terça-feira, 24 de março de 2009

Plano de mobilidade da Baixa Lisboeta.

Plano de Mobilidade da Baixa pode diminuir tráfego da Av Liberdade - Antonio Costa

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, considerou hoje que "o Plano de Mobilidade para a Baixa Pombalina será essencial para diminuir em 50 por cento o tráfego na Avenida da Liberdade, a artéria mais poluída da Europa".
O autarca lisboeta falava durante uma sessão de apresentação e debate do conceito de Circulação para a Baixa de Lisboa, que contou com a presença do vereador do Urbanismo, Manuel Salgado e do responsável pelo tráfego, Pedro Moutinho e onde se discutiram as consequências do corte de trânsito entre a Baixa e o Terreiro do Paço, o aumento da oferta de estacionamento para moradores e de mais corredores para transportes públicos.
António Costa explicou que "a autarquia não podia aceitar que continuassem a entrar na Baixa 4.500 carros por hora, sendo que em 70 por cento dos casos era para atravessamento".
"Setenta por cento dos automóveis que passavam na Baixa até 15 de Fevereiro eram de atravessamento, uma situação que em nada beneficiava esta zona, nomeadamente a nível ambiental" atestou o autarca.
O presidente da Câmara de Lisboa considerou ainda que o Novo Plano de Mobilidade "não representa uma luta contra o automóvel mas sim uma batalha pela melhoria do ar".
"A Baixa vai continuar acessível ao transporte individual, agora é só para quem quer vir mesmo para a Baixa e não para quem está de passagem e quer ir ou para Santa Apolónia ou para Alcântara", esses têm de procurar uma alternativa, referiu.
Alternativas que segundo algumas associações de moradores "têm entupido outras artérias da cidade que têm menos capacidade para receber trânsito".
"A Rua Vítor Cordon está um inferno. A Rua dos Bacalhoeiros está um inferno. A Rua do Arsenal, a mesma coisa", apontou António Rosado, membro da Associação de Moradores da Baixa Pombalina.
No entanto, António Costa assegurou que os estudos não têm comprovado isso e que não vai desistir das suas convicções.
"Como em tudo na vida, não podemos agradar a todos. Mas naquilo que me diz respeito, tenho a certeza que este é o caminho a seguir para melhorar a qualidade de vida na Baixa de Lisboa", sublinhou.
rtp

segunda-feira, 23 de março de 2009

Óra aqui está a resposta ao Bota-a-baixo do PSD/Lisboa


Câmara de Lisboa convoca Conselho Municipal de Segurança

Depois dos incidentes no bairro Portugal Novo, nas Olaias, a 8 de Março, o Conselho Municipal de Segurança de Lisboa irá reunir a 15 de Abril, disse à Lusa fonte do gabinete do presidente da Câmara, António Costa (PS).A convocação do conselho municipal de segurança, que nunca havia reunido este mandato, foi reclamada pelos partidos da oposição.
O órgão consultivo reúne num momento em que o encerramento de esquadras na cidade levou a Câmara a aprovar uma moção, por unanimidade, que exige esclarecimentos do Governo sobre a política de gestão de esquadras e o policiamento de proximidade.
A Câmara Municipal de Lisboa disponibilizou instalações municipais na Praça de Espanha para acolher uma esquadra da PSP, em substituição das encerradas no Rego e na Avenida João Crisóstomo.
As reivindicações da autarquia motivaram uma reunião de Câmara extraordinária, na semana passada, em que estiveram presentes responsáveis do MAI e da PSP e a Governadora Civil de Lisboa, Dalila Araújo.
Depois da reunião, o vice-presidente da Câmara, Marcos Perestrello (PS), anunciou que está a ser preparado um contrato local de segurança para o município e estudada a possibilidade de videovigilância na Baixa e Bairro Alto, entre outras medidas.
A partir de Outubro o Comando Metropolitano de Lisboa vai ser reforçado com cerca de 250 agentes que estão em formação, embora não esteja ainda determinado quantos serão destacados para a cidade.
SAPO/ Lusa




Depois disto quero ver amanhã a posição do PSD/Lisboa na Ass.Municipal de Lisboa.

O Bota-a-baixo do PSD na Ass.Municipal.

Assembleia MunicipalPSD apresenta moção de «censura» a António Costa

O PSD na Assembleia Municipal de Lisboa deverá aprovar terça-feira uma moção de «censura» pelo que classifica de «incapacidade» do presidente da Câmara, António Costa (PS), em definir uma estratégia municipal de segurança
Na moção, que o PSD em maioria na Assembleia deverá fazer aprovar, os deputados municipais manifestam «profunda preocupação e censura pela incapacidade da Câmara Municipal de Lisboa, e do doutor António Costa, em definirem uma estratégia municipal na área da segurança na cidade».
O documento, subscrito pelo líder da bancada, Saldanha Serra, exige que António Costa apresente na sessão seguinte da Assembleia Municipal um «plano municipal de segurança».
«É hoje claro que o doutor António Costa não tem qualquer Plano Municipal de Segurança para Lisboa, tendo falado a posteriori e vagamente num Contrato Local de Segurança a celebrar com o Governo, cujo conteúdo em absoluto se desconhece, em especial as especificidades da sua aplicação a Lisboa», argumentam os deputados municipais do PSD.
Na moção, o PSD acusa o presidente da Câmara de ter iniciado um «processo de vitimização e de ataque ao Governo» depois de pressionado «pela realidade concreta da insegurança, motivada pelos acontecimentos nas Olaias», a que se seguiu uma «cena de reconciliação com o Governo».
«Estamos, uma vez mais, perante um novo ‘show-off’ mediático do doutor António Costa, que serve de cortina de fumo para a sua incapacidade de lidar, real e concretamente, com os problemas de segurança em Lisboa», lê-se na moção.
O grupo municipal do PCP apresenta igualmente uma moção sobe segurança, condenando as «omissões cúmplices da Câmara Municipal de Lisboa, em face das opções do Ministério da Administração Interna, que comprometem uma acção mais eficaz das forças de segurança na cidade de Lisboa, nomeadamente o policiamento de proximidade».
Os comunistas reclamam do Governo «uma política de passos concretos no sentido da abertura de esquadras de bairros em zonas residenciais».
Da autarquia, os deputados municipais comunistas exigem a adopção de medidas para «reforçar a capacidade de intervenção e o prestígio da Polícia Municipal».
Na moção, o PCP reclama ainda uma política de intervenção social e urbanística nos bairros municipais, que passe pela instalação de equipamentos, apoio ao associativismo, melhoria das condições de higiene urbana, iluminação pública e espaços públicos.
Os deputados municipais comunistas querem que o conselho municipal de segurança elabore um «programa» de segurança, com diligencias a propor ao Governo.

DN

A propenção anti-democrática do PSD/Lisboa para derrobar o executivo PS, é arrogância política do mais baixo que conheço, o direito de governar ganha-se nas urnas com os votos dos eleitores, não na "secretaria", a isto chama-se política rasteira e ordinária.

terça-feira, 17 de março de 2009

O simplis da CML




Simplis: António Costa realça medida certidão z

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa realçou hoje a eliminação das certidões nos processos que envolvem serviços camarários. Para António Costa, «não faz sentido um serviço da CML exigir a um cidadão que vá a outro serviço, ou por vezes até o mesmo, pedir uma certidão para apresentar a esse serviço». O programa Simplis 2009, entrou hoje em funcionamento e as medidas incluídas vão avançar até ao final do corrente ano.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Conselho de segurança

Reunião sobre segurança a 18 de Março

A Câmara de Lisboa vai reunir-se a 18 de Março numa sessão extraordinária dedicada à segurança na cidade, com a presença da governadora civil e de responsáveis da PSP e da Administração Interna.
O anúncio da reunião surgiu depois do presidente da Câmara, António Costa, ter almoçado hoje com o ministro da Administração Interna, Rui Pereira.Na reunião estarão presentes a governadora civil de Lisboa, o director nacional da PSP e o director-geral de infra-estruturas e equipamentos do Ministério da Administração Interna (MAI).
RR

sexta-feira, 6 de março de 2009

Deputados Eleitos efectivos e Inerentes à Ass.Municipal.de Lisboa

ELEITOS
Maria de Belém Roseira
Miguel Coelho
Ismael Fonseca
Cândida Cavaleiro Madeira
José Alexandre
José Leitão
Luísa Vicente Mendes
Pedro Pinto
Marta Rebelo
José Rodrigues
Rogério Santos
Sofia Oliveira Dias
Hugo Lobo
Pedro Assunção
Teresa Almeida
Ana Lamy
INERENTES (PRESIDENTES DE J.F.)
Hugo Xambre Pereira (Beato)
Mª Graça Ferreira (Charneca)
Alexandra Figueira (Encarnação)
Belarmino Silva (Marvila)
Alberto Bento (Mercês)
Irene Lopes (Santa Catarina)
Manuel Medeiros (Santa Justa)
José Rosa do Egipto (Olivais)
Luís Monteiro (Santos-o-Velho)
Ermelinda Brito (São Cristóvão)
Francisco Maia (São Miguel)
Fernando Duarte (São Paulo)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

António Costa ganharia com maioria absoluta, apesar do fantasma PSL.

Sondagem CM/Aximage: Corrida à Câmara de Lisboa
Costa vence sem maioria e Roseta conquista 16,5%


Se as eleições autárquicas fossem hoje, António Costa ganharia, sem maioria absoluta, a presidência da Câmara Municipal de Lisboa. Mas a grande surpresa seria a independente Helena Roseta ao consquistar 16,5 por cento dos votos. Situação que, provavelmente, iria obrigar o PS a formar um acordo com a candidata para governar Lisboa.
De acordo com uma sondagem CM/Aximage, o actual presidente da Câmara de Lisboa reúne 38,2 por cento das intenções de voto, longe de conquistar uma maioria absoluta. Já Santana Lopes, candidato pelo PSD, regista 19,8 por cento das preferências dos lisboetas. Isto, num cenário sem coligação, que para já não é afastado nem pelo PSD nem pelo CDS-PP.
Caso o CDS-PP opte por concorrer sozinho, Teresa Caeiro reúne 3,4 por cento das intenções de voto, segundo a sondagem realizada entre os dias 13 e 15 de Janeiro. A coligação CDU, com Ruben de Carvalho como cabeça-de-lista, tem 8,3 por cento das preferências.
A surpresa é Helena Roseta. Num cenário em que a independente seja apoiada pelo BE na corrida pela liderança da Câmara de Lisboa, como é apontado, Helena Roseta conquista 16,5 por cento das intenções de voto.
Venha amanhã mais pormenores na edição em papel do CM.
INTENÇÃO DE VOTO E ABSTENÇÃO
(Cenário em que Helena Roseta é independente apoiada pelo BE e em que PSD e CDS concorrem separados)
Vou dizer-lhe vários nomes de vários candidatos e peço-lhe que me confie, em quem pensa votar nas próximas eleições para Presidente da Câmara de Lisboa?
António Costa (PS) - 38,2%
Santana Lopes (PSD) - 19,8%
Teresa Caeiro (CDS) - 3,4%
Ruben Carvalho (CDU) - 8,3%
Helena Roseta (Independente pelo BE) - 16,5%
OBN -3,1%
Indecisos - 10,7%
INTENÇÃO DE ABSTENÇÃO
Votantes - 46,0%
Abstenção - 54,0%

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Finalmente ...

Câmara aprova empréstimo para reabilitação da zona de Ajuda e Belém

A Câmara de Lisboa aprovou, esta quarta-feira, o recurso a um empréstimo junto do Banco Europeu de Investimento de 16 milhões de euros para a reabilitação urbana da zona de Belém e Ajuda.
A intervenção incidirá na zona da Igreja da Memória e Calçada da Ajuda e passará pela reabilitação de cinco edifícios municipais e dez edifícios privados.
Além do empréstimo de 16 milhões de euros, haverá um investimento complementar por privados de 23 milhões de euros.
A proposta foi aprovada com os votos favoráveis do PS, vereador José Sá Fernandes e Movimento Lisboa com Carmona, registando-se votos contra do PSD e do PCP e a abstenção do movimento Cidadãos por Lisboa.
A proposta poderá, no entanto, vir a ser chumbada na Assembleia Municipal, de maioria social-democrata, já que os vereadores do PSD votaram contra

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

O Ultimato do PSD

Lisboa: AML aprova moção para aumentar fiscalização à câmara

A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje uma moção do PSD que exige à Câmara a prestação mensal de informação económico-financeira para aumentar a fiscalização dos deputados sobre o executivo.
A aprovação desta moção foi uma condição para a viabilização do orçamento por parte do PSD há cerca de duas semanas.
A moção exige a apresentação mensal de um balancete de razão das receitas e despesas da Câmara e do sector empresarial local e o relatório de actividades das empresas, com tradução económico-financeira.
A discriminação das transferências correntes e de capital efectuadas pelo município e a sua justificação é outra das informações pedidas.
Estes pontos do documento foram aprovados com os votos contra do PS, PCP, PEV e BE, a abstenção do CDS-PP e os votos favoráveis do PSD.
A moção exige também uma actualização de três por cento na próxima revisão orçamental das transferências para as juntas de freguesia, a maioria das quais governadas pelo PSD, e para as áreas da acção social, actividades económicas, juventude e desporto.
Os deputados municipais exigem ainda a realização de reuniões mensais para o acompanhamento permanente das acções de reabilitação urbana, acção social, elaboração de instrumentos de planeamento urbanístico e intervenções no espaço público.
O deputado municipal social-democrata Vítor Gonçalves argumentou que esta moção destina-se a «humildemente ajudar» a actividade da Câmara, que, considera, tem sido governada por António Costa como se uma «gestão administrativa» se tratasse.
Vítor Gonçalves acusou o presidente da Câmara de ter tido um «gesto indelicado, perfeitamente mal-criado» ao ter rejeitado o documento na última reunião quando estava a ser distribuído por um funcionário e de ter abandonado a sala após a aprovação do orçamento sem esperar pela aprovação da moção.
O líder da bancada do PS, Miguel Coelho, respondeu, afirmando não reconhecer «autoridade nem passado político» a Vítor Gonçalves para apelidar António Costa de «mal-educado».
Em relação ao conteúdo da moção, afirmou: «Só faltava exigirem que o senhor presidente tome todas as semanas o pequeno-almoço convosco para vos prestar contas».
O deputado municipal comunista João Saraiva considerou que a moção foi apresentada pelo PSD «à laia de desculpa» pela viabilização do orçamento.
«Esta moção justifica o injustificável», argumentou, sublinhando que se o orçamento não ia ao encontro dos «interesses da cidade», o PSD devia tê-lo chumbado.
Também o líder da bancada do Bloco de Esquerda, Heitor de Sousa, relativizou a moção proposta pelo PSD.
«O PSD deve inscrever estes pressupostos no seu programa eleitoral e pedir aos seus representantes nas empresas municipais que cumpram um décimo daquilo que exigem», argumentou.
Para Carlos Barroso, do CDS-PP, «a conduta desta Câmara exige que esta Assembleia controle e fiscalize cada vez mais a sua actuação».
O deputado democrata-cristão manifestou ainda «repúdio» pelas afirmações de Miguel Coelho, frisando que a prestação de informação à Assembleia é uma «obrigação» da Câmara.
Diário Digital / Lusa


Concordo que a CML seja escrutinada pelo orgão que tem essa competência, ou seja a AML, mas neste caso trata-se de um sufisma do PSD para tentar controlar este executivo camarário, mas um dia (e precinto que vem longe), e na alternância democrática normal em regimes democráticos vai cair fatalmente em cima do PSD, e depois aí quero ver qual vai ser o comportamento deste partido.